sábado, 6 de janeiro de 2018

Maus hábitos que nos fazem parecer mais velhos



Você sabia que existem tantos maus hábitos que nos tornam velhos antes do tempo? Com alguns pequenos truques, não podemos evitar a passagem lenta e inexorável dos anos, mas pelo menos evitemos parecer mais velhos do que realmente somos. Vamos ver como podemos modificar certos comportamentos ganhando saúde e parecer mais jovens ...

Álcool
O consumo excessivo de álcool reduz os níveis de antioxidantes na pele e não o torna capaz de contrariar a ação dos radicais livres. Consequência? O aparecimento das rugas, naturalmente.
www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

Proteja-se do sol
"Mesmo uma curta exposição aos raios UV - lembra Zeichner - aumenta a presença de radicais livres que danificam células da pele, elastina e colágeno, causando envelhecimento prematuro da pele". A confirmação nessa direção vem de um estudo australiano realizado em 900 voluntários, seguido por quatro anos: aqueles que foram solicitados a aplicar protetor solar todos os dias apresentaram sinais de envelhecimento da pele 24% menos do que aqueles que essas instruções não receberam.
www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

As horas de sono
Oito horas de sono por noite seriam perfeitas, não só para preservar faculdades mentais, mas também para parecer mais jovem. Nem todos sabem que as células epidérmicas funcionam ao ritmo semelhante ao do sono/vigília: a noite reparam qualquer dano sofrido por nossa pele durante o dia, mas devemos dar tempo para fazê-lo! Quando você dorme  pouco, o processo de reparo é reiniciado e a pele parece estar desligada.
www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

Muitos açúcares
Uma obrigação para se parecer mais jovem é reduzir o consumo de açúcar, ao mesmo tempo em que aumenta a proteína. Muito açúcar é ruin para a pele porque eleva o pico glicêmico, favorecendo o aparecimento de inflamação e acne.
www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

Consumo de frutas e legumes
De acordo com a Academia Americana de Dermatologia, uma dieta equilibrada rica em frutas e vegetais pode ajudar a combater os radicais livres responsáveis ​​pelo envelhecimento da pele. Pesquisas publicadas, respectivamente, na ISRN Dermatology e no Journal of the American Academy of Dermatology enfatizam a importância da vitamina E para proteger a pele de danos causados ​​por raios UV e vitamina A e B3, para evitar a quebra de colágeno, promover a elasticidade da pele e reduzir a hiperpigmentação. Em suma, se você cuida da sua pele, consuma espargos, morangos, cogumelos, batatas doces, laranjas e pimentas vermelhas.
www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

Fumaça inimiga
Um estudo publicado na revista Plastic & Recostructive Surgery comparou as expressões faciais de 79 pares de gêmeos (um deles fumante) e descobriu que os gêmeos dependentes da nicotina apresentavam mais rugas nos lábios - bochechas e bolsas sob os olhos. "Isso é porque - explica o dermatologista Joshua Zeichner do Hospital Mount Sinai - fumar diminui o fornecimento de oxigênio e nutrientes à pele à custa da circulação sanguínea".
www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

Fonte: MSN

Até a próxima


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Feitos para engordar?



A obesidade é uma das maiores epidemias dos dias atuais. Os números da Organização Mundial de Saúde, que se multiplica em apelos, são assustadores. Saiba o que está a influenciar o nosso peso.

www.emagrecerumdesafio.com
© Pixabay

- Sedentarismo

A inatividade física é um dos maiores fatores de risco no desenvolvimento de doenças cardíacas. A prática de actividade física diminui o risco cardiovascular, para além de manter a saúde e o bem-estar geral – físico e psíquico.

Muito importante é praticar uma atividade física diária e regular de, pelo menos, 30 minutos, que pode ser distribuída em 3 períodos de 10 minutos ao longo do dia. Exemplos disso são subir escadas, caminhar, nadar ou andar de bicicleta. A atividade física aconselhada implica movimento, força ou manutenção da postura corporal que se traduza num consumo de oxigênio.

- Stress

Faz mal é indiscutível. Graças ao aumento da produção de cortisol [hormônio produzido em momentos de maior stresse e associado a um aumento do apetite], o stress pode resultar num aumento do peso. Além disso, é comum ter impacto no comportamento alimentar, levando a comer de forma compulsiva.

- Alterações do relógio biológico

Poucos as valorizam convenientemente. Atualmente, deixámos de ter horas fixas para comer, isto é, não fazemos refeições formais [café da manhã, almoço, lanche e jantar] e passámos a comer de forma constante pequenas porções de comida, a petiscar continuamente, o que no final do dia representa um grande excedente energético que, não sendo gasto, se traduz num aumento do peso.

- Privação do sono

Dormimos pouco e descansamos mal. Este fator está na origem de alterações hormonais, como acontece na produção dos hormônios grelina [aumenta a sensação de fome] e leptina , que têm implicações na desregulação do apetite, isto é, aumentam a sensação de fome, promovendo uma maior ingestão alimentar.

- Depressão

É outro dos fatores. A depressão, isolamento, comer às escondidas ou comer para tentar ultrapassar um evento adverso estão muitas vezes relacionados com o fato de a pessoa estar deprimida, tentando encontrar conforto na alimentação, o que pode traduzir-se num comportamento compulsivo a comer.

- Disruptores endócrinos

Poucos conseguem identifica-los. São substâncias que podem estar no nosso ambiente em várias coisas, no plástico [copos e pratos], em alguns produtos de cosmética, em pesticidas, no ar, na água, no peixe, nas aves, que promovem a adipogênese, o que resulta numa maior formação das células de gordura. Há teorias que associam o aumento da obesidade ao aparecimento de alguns destes disruptores.

- Má alimentação

É outra das causas. Hoje, comemos demais para aquilo que é o nosso dispêndio energético, o que se traduz no aumento do peso. Além disso, as pessoas comem mal. Ingerem muito mais carne e peixe do que precisam, reduziram o consumo de vegetais e de fruta e passaram a ingerir produtos industrializados, com um grande valor energético e nutricionalmente pobres.

- Medicação

Também aqui se cometem erros. Há uma série de fármacos que podem estar associados ao aumento do peso, como corticoides, antipsicóticos, alguns antidepressivos e alguns medicamentos para o tratamento da diabetes. Contudo, é importante pesar os prós e contras da sua toma, pois, muitas vezes, estes são fundamentais para o bem-estar do indivíduo.

- Fatores sociais

Não podem, em qualquer circunstância, ser excluídos da lista. O sistema de transportes (andamos de carro para todo o lado), o impacto da cultura e educação (apenas fazemos boas escolhas se estivermos educados nesse sentido) e o aquecimento global (estarmos sempre em ambientes climatizados diminui o dispêndio energético).
Os recursos econômicos também não ficam de fora. Quando são reduzidos, tendemos a fazer piores escolhas alimentares.

Fontes: Revista Prevenir

Até a próxima