quinta-feira, 30 de novembro de 2017

5 deficiências nutricionais que causam estresse


É importante cuidar da alimentação para evitar doenças, pois ela é a responsável pela energia que usamos para fazer tudo e por nossa saúde. Má nutrição não é problema somente de pessoas que pertencem às esferas sociais desfavorecidas. Países ricos e indivíduos pertencentes às classes mais altas também apresentam questões de saúde direta ou indiretamente relacionadas a uma alimentação escassa, como: doenças crônicas não transmissíveis - obesidade, hipertensão arterial, câncer e diabetes -, entre outras.
www.emagrecerumdesafio.com
© Thinstock

Ômega-3

A comida também tem um impacto no nosso humor. Este é o caso dos ácidos graxos Omega-3 que ajudam a manter as células cerebrais saudáveis. A falta dessas gorduras, que não são produzidas pelo nosso corpo, pode levar a distúrbios do humor. Os alimentos mais ricos em omega-3 são peixes azuis, mas também nozes, gemas e óleo de linhaça.

Zinco

O zinco é um nutriente essencial não só para a saúde do corpo, mas também para a mente. É importante, de fato, para a produção e função de neurotransmissores. Os alimentos mais ricos são gérmen de trigo torrados, sementes de abóbora, espinafre, carne bovina e chocolate preto.

Vitaminas do Grupo B

Uma deficiência de vitamina B no grupo B (em particular B6 e B12) pode causar depressão. As melhores fontes de comida são vegetais de folhas verdes, bananas, frutos do mar e carnes vermelhas.

Aminoácidos

Os aminoácidos ajudam a equilibrar os neurotransmissores no cérebro e reduzem o estresse, o medo e a ansiedade. Boas fontes de aminoácidos são produtos lácteos, ovos, carne magra e proteínas vegetais.

Vitamina D

A deficiência de vitamina D tem sido associada a depressão e ansiedade várias vezes. Os alimentos mais ricos desta substância são gema de ovo, manteiga, peixe azul e fígado.

Fonte: MSN

Até a próxima


segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Descoberta droga miraculosa que faz os dentes se regenerarem sozinhos



As obturações e as restaurações dentárias podem em breve se tornar apenas parte da história, graças a uma descoberta recente de um medicamento chamado Tideglusib. Desenvolvido e testado para tratar o Mal de Alzheimer, a droga também promove o mecanismo natural de crescimento dentário, permitindo que os dentes consertem suas próprias cavidades.
www.emagrecerumdesafio.com
Foto: Shutterstock

O Tideglusib trabalha estimulando células-tronco na polpa dos dentes, fonte de dentina nova. A dentina é a substância mineralizada sob o esmalte dentário que é prejudicada pela cárie dentária.

Os dentes podem naturalmente regenerar a dentina sem assistência, mas apenas sob certas circunstâncias. A polpa deve ser exposta através de uma infecção ou de um trauma para provocar a fabricação da dentina. Mas mesmo assim, o dente só pode regenerar uma camada muito fina naturalmente – não o suficiente para reparar as carências causadas pela cárie, que são geralmente profundas. O Tideglusib muda esse resultado porque desliga a enzima GSK-3, que impede a formação de dentina.

Na pesquisa, a equipe inseriu esponjas pequenas e biodegradáveis ​​feitas de colágeno embebidas em Tideglusib em cavidades. As esponjas desencadearam o crescimento da dentina e dentro de seis semanas, o dano foi reparado. A estrutura de colágeno das esponjas se derreteu, deixando apenas o dente intacto.

Até agora, o procedimento só foi utilizado em dentes de ratos. Entretanto, o procedimento deve chegar a tratamentos humanos logo. “Usar uma droga que já foi testada em ensaios clínicos para o Mal de Alzheimer oferece uma oportunidade real para obter este tratamento dental rapidamente nas clínicas”, diz o professor do Instituto Dental do King’s College London e o autor principal, Paul Sharpe. “A simplicidade da nossa abordagem torna (o Tideglusib) ideal como um produto clínico dentário para o tratamento natural de grandes cavidades, fornecendo tanto a proteção da polpa como a restauração da dentina”. [Futurism

Fonte: https://hypescience.com/dentes-carie/

Até a próxima