sábado, 7 de outubro de 2017

Fascite plantar, a intensa dor que afeta sedentários e atletas



De manhã, ao dar os primeiros passos,, sentir uma forte fisgada na planta do pe. Diminui ao longo do dia, mas pode voltar em intensidade quando um longo período de repouso é interrompido. Se reconhece estes sintomas, pode sofrer de fascite plantar, inflamação na região da sola do pé.
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Créditos: healt.com

A fáscia plantar é um tecido que começa no calcanhar e se estende por toda a planta do pé. Esse tecido serve de amortecedor e dá sustentação ao arco plantar, aquela "curva" na sola do pé que, ao pisar, não toca no chão. Quando há a inflamação da fáscia, ela ocorre geralmente na região do calcanhar.

Embora originalmente a fascite plantar tenha sido pensada como um processo inflamatório, estudos recentes têm demonstrado alterações estruturais mais condizentes com processos degenerativos. 

O processo inflamatório gera diferentes limitações, como dificuldades para o caminhar, para a prática de atividades físicas e para o lazer em geral.

As causas da fascite plantar são várias e podem estar tanto no sedentarismo e quanto na atividade física sem orientação adequada. Ela pode ser causada por trauma repentino, como o provocado pelo início ou intensificação de uma atividade física de alto impacto. Mas também pelo desgaste ao longo de vários anos, decorrente, por exemplo, da má postura ao caminhar ou da obesidade.

O uso de sapatos pouco confortáveis, como o salto alto, também pode gerar tensão na fáscia e desencadear o processo inflamatório, cuja recuperação é lenta e, nos casos mais graves, demanda cirurgia.

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Foto Pinterest

A fascite plantar é uma inflamação da origem da planta do pé, principalmente por questões traumáticas, ou seja, sobrecarga de exercícios e de atividades que geram impacto na região do calcanhar. O ganho de peso recente também contribui para esse processo inflamatório porque sobrecarrega a região da fáscia.

A prática de atividades físicas sem o devido acompanhamento também contribui. quem geralmente apresenta a inflamação é aquela pessoa que aumentou a intensidade de um treino físico repentinamente ou iniciou um exercício sem alongamento adequado. 

Como prevenir

Utilizar sapatos confortáveis é algo que todo mundo deveria fazer. Para quem não abre mão do salto, a recomendação é deixar esse tipo de calçado apenas para locais específicos. Para homens e mulheres, o importante é usar sapatos com um bom sistema de amortecimento.

Aos que praticam exercícios, é necessário alongar sempre antes e depois do treino e escalonar as atividades. Por exemplo, a pessoa estava correndo 1 km por dia e passa a correr 10 km - a fáscia não estava pronta para esse aumento súbito.

Manter todos os grupos musculares bem trabalhados também é importante - desenvolver apenas um grupo pode gerar assimetrias e causar lesões em diferentes partes do corpo, levando à fasciíte e a outros transtornos.

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Foto: BBCBrasil.com

Profissionais que passam muito tempo de pé ou caminhando também estão no grupo de risco de longo prazo. Muitos problemas acometem o pé: infecções, fraturas do calcanhar por estresse, tendinites. Por isso o paciente precisa ter cuidados específicos com essa região, diz o reumatologista do HC. Em caso de dores, quem faz o diagnóstico é o especialista.

Fonte: Terra
Até a próxima


quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Ainda precisa de mais razões para não limpar os ouvidos com cotonetes?



Observe. Um estudo recente publicado pelo Journal of Pediatrics contabilizou o número de vezes que as pessoas foram às urgências nos Estados Unidos devido a lesões causadas pelo uso de cotonetes para limpar os ouvidos.

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© Dreamstime

Já deve ter ouvido os conselhos do seu otorrinolaringologista: Não deve limpar os ouvidos com cotonetes porque pode empurrar o cerúmen mais para dentro, e a comprimí-lo de encontro ao tímpano e causar até lesões.

263 mil

Entre 1990 e 2010 (os dados mais recentes que existem) registaram-se 263 mil emergências nos hospitais norte-americanos relacionados com o uso de cotonetes nos ouvidos.

34

Em média, 34 crianças foram levadas às urgências nos Estados Unidos entre 1990 e 2010 por terem usado cotonetes para limpar os ouvidos, segundo o novo estudo publicado pelo Journal of Pediatrics.

1 - 2 anos

A maior parte das visitas registradas nas urgências foi de crianças com dois anos, sendo que o número de idas ao hospital começava a diminuir à medida que as crianças ficavam mais velhas.

12.900

Ao longo dos anos analisados o número de ocorrências registradas pela introdução de cotonetes nos ouvidos foi reduzindo, sendo que em 2010, último ano em que houve dados, se registraram 12.900, contra 17.500 visitas em 2001.

7%

Em 7% das visitas registradas nos hospitais, foram os irmãos das crianças que causaram as lesões nos ouvidos. No entanto, na maior parte das vezes eram as próprias crianças que se feriram ao tentar limpar os ouvidos.

Fonte: Lusíadas
Até a próxima