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sábado, 9 de dezembro de 2017

Apenas 15 minutos de solidão por dia pode diminuir o stress


Segundo um estudo americano publicado no periódico "Personality and Social Psychology", o isolamento momentâneo pode deixar as pessoas mais calmas, diminuindo os níveis de stress e ansiedade, seja em contemplação silenciosa ou dedicando-se à leitura de um livro.
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Imagem: Pixabay
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores fizeram três experimentos.

No primeiro, 114 pessoas tiveram que ficar completamente sozinhas por 15 minutos. Nesse período, as atividades emocionais dos participantes foram bem menores do que comparado a 15 minutos de conversa. Essas pessoas também mostraram menos tendência a emoções negativas, como irritabilidade, angústia e nervosismo.

Num segundo teste, 108 voluntários ficaram mais calmos e relaxados após passarem 15 minutos imersos nos próprios pensamentos ou em alguma leitura. Por outro lado, depois de 15 minutos nesse estado, a tendência começou a diminuir, deixando as pessoas solitárias – daí a importância dos pensamentos positivos.

Na última experiência, os cientistas recrutaram 173 pessoas que passaram 15 minutos sozinhas por dia durante uma semana. Para fins de comparação, na semana anterior eles não passaram o mesmo período de tempo sozinhos. Em ambos os casos, eles registaram num diário o que fizeram e como se sentiram.

Dois terços dos participantes escolheram ficar apenas em silêncio, planejando o que fazer no fim de semana, por exemplo. Já um em cada sete decidiram não fazer nada, apenas focar na respiração e nos objetos ao redor.

A partir daqui, os pesquisadores deduziram que, 15 minutos com nós próprios por dia podem, de fato, propiciar o encontro da serenidade perdida na vida cotidiana oprimida e fechada pelo stress. O direito de estar sozinho é cuidado de cura para a vida sufocada pelos estados de ansiedade que enfrentamos todos os dias.

“Embora alguns normalmente não desejem diminuir um efeito de euforia, há momentos em que a excitação excessiva nos sobrecarrega, de modo que a redução dessa sensação pode ser adequada e agradável”, disseram os pesquisadores.

Fontes: MSN/Move

Até a próxima

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Estar preocupado por não ter dinheiro é risco para enfarte


Um estudo feito por cientistas sul-africanos concluiu que: há uma relação perigosa entre a preocupação com problemas financeiros e a saúde do coração. Já dizia William Shakespeare: "Perde-se a vida quando a pretendemos resgatar à custa de demasiadas preocupações."
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Imagem: Pixabay
A angústia causada por questões envolvendo dinheiro pode aumentar até 13 vezes o risco de uma pessoa enfartar. Para chegar a essa conclusão foram analisados 212 voluntários, sendo que metade já tinha sofrido de enfarte e a outra jamais teve esse problema. De acordo com o levantamento, a angústia aumenta em impressionantes 13 vezes o risco de um ataque cardíaco. 

Os participantes responderam um inquérito onde detalhavam o que estavam a sentir no mês anterior ao susto. 40% dos entrevistados reclamou de stress intenso no mês anterior. E, quando esse sentimento estava relacionado com o trabalho, foi possível verificar um aumento de 5,6 vezes no risco de enfartar, em comparação com quem estava mais calmo.

Foram considerados sentimentos como ansiedade, depressão, stress e aflição. A complicação cardíaca também tem três vezes mais hipóteses de acontecer quando surge a depressão, mesmo que em estágio moderado ou inicial.

“Poucos médicos perguntam sobre stress, depressão ou ansiedade durante uma consulta, e isso deveria ser uma prática tão rotineira quanto questionamentos sobre tabagismo”, disse Denishan Govender, professor da Universidade de Witwatersrand e um dos responsáveis pelo estudo.

“Assim como providenciamos conselhos sobre a cessação do tabagismo, precisamos oferecer informação sobre como lidar com o stress”, alertou.

A relação entre fatores psicossociais e o coração já tinha sido observada em estudos de outros países, e foi confirmada agora pela primeira vez na África do Sul, um país em desenvolvimento.

Fonte: MSN

Até a próxima

sábado, 16 de setembro de 2017

Antidepressivos: risco de 33% de morte prematura


Um estudo da Universidade McMaster no Canadá mostra que tomar antidepressivos poderia aumentar o risco de morte precoce.
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Crédito: avopix

Em caso de stress, ansiedade ou nervosismo, muitos de nós fazemos opção por uma alternativa: antidepressivos. Os especialistas da Universidade McMaster no Canadá explicaram em um estudo que pessoas deprimidas sem doença cardíaca têm 33% mais probabilidade de morrer prematuramente se tomarem antidepressivos, em comparação com aqueles que não tomarem.

Risco de ataques cardíacos

Os cientistas combinaram os resultados de 17 estudos anteriores, analisando o impacto sobre cerca de 380 000 pessoas. Sua análise inicial sugeriu um aumento do risco de apenas 9% das mortes entre aqueles que tomaram antidepressivos. Mas, em seguida, removidas pessoas com doença cardiovascular descobriu-se que as mortes entre os pacientes restantes que tomaram antidepressivos, chegou a até 33% em comparação com aqueles que não tomaram a droga.

Os cientistas acreditam que isso se deve ao fato de que os antidepressivos "afinam o sangue", o que realmente protege a saúde das pessoas com doenças cardíacas, pois evita a coagulação do sangue. Mas entre as pessoas sem doença cardíaca, é perigoso porque os antidepressivos aumentam o risco de sangramento maior ou sangramento interno. Os pesquisadores descobriram que entre pessoas sem doença cardiovascular, antidepressivos aumentou em 14% o risco de ataques cardíacos e derrames.

Impede função de órgãos

Os investigadores acreditam que o funcionamento dos antidepressivos (alterando a absorção de serotonina, a dopamina e outras substâncias químicas naturais que melhoram o humor) danifica as outras partes do corpo. Eles afirmaram que estes produtos químicos são essenciais para outros órgãos importantes do corpo, incluindo o coração, rins, pulmões e fígado, usando a serotonina e outros produtos químicos a partir da corrente sanguínea. Antidepressivos bloqueiam a absorção dessas substâncias químicas no corpo. Os pesquisadores alertam quanto aos antidepressivos podem aumentar o risco de morte, impedindo os órgãos de funcionar corretamente.

Parar as prescrições?

O autor do estudo, Paul Andrews, disse que os riscos são extremamente graves: "Estamos muito preocupados com estes resultados", disse ele. "Não devemos tomar antidepressivos sem entender exatamente como eles interagem com o corpo. Eu acho que essas drogas para a maioria das pessoas estão fazendo mais mal do que bem e que os médicos geralmente não deve prescreve-los."

Esta informação é publicada apenas para fins informativos e não substitui o aconselhamento médico. 

Fonte: MSN/Medisite

Até a próxima



sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Sintomas de cansaço que fazem ligar o sinal de alerta



Ficarmos cansados após um ano de trabalho é normal, mas se após as férias ou poucos meses de trabalho estes sintomas forem notados, convém consultar o medico.

Adormece constantemente. Isto pode ser um sinal de apneia do sono, especialmente se também ressonar.
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Após uma noite completa de sono e mesmo assim sente-se cansado. Se dorme entre sete e nove horas e não acorda recuperado, a fadiga pode dever-se a algo não relacionado à falta de sono, deve falar com o seu médico.
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A sua fadiga é acompanhada de outros sintomas de diabetes. Se além da fadiga tem sede extrema, perdeu peso sem explicação, tem visão turva ou confusão mental, pode sofrer de diabetes, fale com o seu médico.
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Tem dores pelo corpo todo. Pode ser um caso de inflamação, tente dormir mais e apostar numa alimentação rica em ômega 3 ou até suplementos, para combater a inflamação e recuperar a energia
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Apresenta outros sintomas de hipotiroidismo. Os sintomas mais comuns, associados à fadiga, são aumento de peso e intolerância ao frio. Consulte o seu médico.
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Anda particularmente esfomeado e irritadiço. Combinado com a fadiga, este sintoma pode indicar uma glândula adrenal, que gere o stress, exausta.
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Passa o dia exausto. Se este é o seu único sintoma, provavelmente o seu cansaço deve-se à má alimentação, ao excesso de açúcar ou a poucas horas de sono.
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Tem passado as noites em movimento… sonâmbulo. Pode ser difícil de identificar o sonambulismo se dorme ou vive sozinho, para tirar as dúvidas, convide alguém para dormir na sua casa e confirmar se assim é , ou então coloque uma câmara a gravar a sua cama enquanto dorme.
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Não se sente feliz. Se se sente triste e faz algo de que não gosta, é provável que o seu corpo comece a ficar sem energia. Aposte nas coisas que lhe trazem felicidade para ter mais energia.
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Fonte: MSN/Saúde

Até a próxima


sábado, 20 de maio de 2017

Comer kiwi antes de ir para a cama ajuda a adormecer rapidamente




Um novo estudo feito em Taiwan diz que comer dois kiwis uma hora antes de ir para a cama ajuda a adormecer mais rápido e, especialmente, dormir por mais tempo.
Foto: Pixabay

Você passa mais tempo olhando para o teto durante a noite? Ao invés de tomar pílulas para dormir tente um método mais natural: kiwi. De acordo com um estudo realizado no Taiwan Taipei Medical University, comer dois kiwis uma hora antes de deitar-se para ajudar a cair nos braços de Morfeu mais rápido e mais ...

Para adormecer demora-se 35% menos de tempo

Neste estudo 24 voluntários foram divididos em dois grupos. Os pesquisadores observaram que aqueles no grupo que comeram dois kiwis tiveram 35% menos tempo para adormecer do que os do grupo que não comeram. E os efeitos da fruta não param por aí, também permitiu que os voluntários dormissem 13% mais do que os outros.

Para o momento nada está confirmado, mas os pesquisadores acreditam que este efeito é devido ao alto teor de antioxidantes e serotonina, um neurotransmissor conhecido para induzir o sono.

Fonte: MSN/Medisite

Até a próxima


domingo, 14 de maio de 2017

Morangos: saborosos frutos vermelhos



Um cocktail de fibras, vitaminas e minerais. Inconfundíveis, devem ao clima ameno a firmeza e a doçura com que seduzem o paladar.

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Imagem: Pixabay

Extremamente refrescantes, aromáticos e saborosos, do ponto de vista nutritivo oferecem um sem fim de benefícios e muito poucas calorias.

Hoje, os EUA são os maiores produtores de morangos, garantindo 28% da produção mundial.

Características

Além de saborosos, o morango é rico em vitaminas como, por exemplo, vitamina C, A, E, B5 e B6 e têm apenas 29 calorias por 100g. O morango é rico em água e antocianinas, um pigmento que confere ao fruto a sua cor vermelha e que tem propriedades antioxidantes.

Origem

Sabe-se que no tempo do império Romano já era consumido. Em 1714, um engenheiro francês, numa viagem ao Chile e ao Peru, percebeu que os morangos nativos daqueles países eram bem maiores do que os da Europa. Sem pensar duas vezes, trouxe alguns para a Europa e cultivou-os em França. O resultado foi um morango com muito mais suco e saboroso do que aquele que conheciam naquele país. O sucesso foi imediato e daí espalhou-se por toda a Europa, por volta do século XIX.

Produção

As condições ideais para esta cultura são um clima ameno, nem muito quente nem muito frio. Os traços que distinguem estes morangos são, sobretudo, o seu aroma, textura e resistência, resultado dos efeitos do clima.

Conservar no frio

O morango é um fruto de curta duração. A melhor forma de os conservar é mantê-los na geladeira. Opte por lavar e enxaguar antes de os guardar numa caixa bem fechada.

Uma estrela à mesa

Deliciosos ao natural, os morangos são ainda reconhecidos pela sua presença marcante em sobremesas variadas.

Estes são alguns dos cuidados que deve ter em conta antes de os consumir:

- Podem provocar reações alérgicas, sob a forma de erupções, ou agravar a dermatite alérgica.

- Lave-os em água corrente abundante, sem tirar o raminho verde; não os deixe de molho, pois perdem o sabor e ficam murchos.

- O calor e a umidade são os seus maiores inimigos, pois são muito sensíveis; conservam-se melhor num lugar fresco e seco.

Fonte: Pingo doce, sapolifestylle

Até a próxima


quarta-feira, 12 de abril de 2017

Chocolate preto, um contributo positivo para a saúde



Os cientistas do Nestlé Research Center conduziram um estudo com o objetivo de perceber de que forma o chocolate preto poderia influenciar positivamente o metabolismo em pessoas saudáveis.
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Foram recrutados 30 indivíduos e classificados de acordo com os seus níveis de ansiedade. Todos eles ingeriram 40 g de chocolate preto – Noir Intense, 74% de cacau, Nestlé – diariamente, durante duas semanas. De forma a analisar os resultados, no decorrer do estudo, foram colhidas e analisadas amostras de sangue e de urina.

Os resultados mostram que a ingestão de chocolate preto reduz a excreção urinária de hormônios do stress – cortisol e catecolaminas – e estabiliza parcialmente o metabolismo da microflora intestinal.

Conclui-se que mudanças sutis nos hábitos alimentares do indivíduo, tais como ingerir chocolate preto, podem trazer benefícios para a saúde, devido à diminuição dos níveis de ansiedade e à melhoria do metabolismo da microflora intestinal.

Fonte: Nestlé - (Investigação Nestlé Research Center)

Até a próxima


terça-feira, 19 de abril de 2016

Os passos para uma vida saudável


É claro que vai ter de mudar os seus hábitos alimentares e fazer mais exercício, isto se quer mesmo atingir um estilo de vida mais sustentável. Mas acima de tudo vai ter de sair da zona de conforto, adquirir novos hábitos e modificar a forma como pensa a sua vida, resolve as dificuldades diárias e lida com o stress.
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Foto: Pixabay

Complicado? Nem por isso, basta seguir estes passos:


⇨ Escreva os objetivos/mudanças a efetuar

Escreva as mudanças que quer efetuar e coloque-as num local bem visível.


⇨ Como aplicar na prática a mudança 

Mudar de comportamentos implica várias fases, dê tempo para a mudança ocorrer.


⇨ Ordene cada mudança por prioridade e grau de dificuldade

Comece por tarefas mais fáceis de implementar, para que se mantenha focado e motivado.


⇨ Não mude tudo ao mesmo tempo

Implemente entre a duas a três mudanças de cada vez até se tornarem um hábito adquirido.


⇨ Mude a alimentação

Para ter mais saúde ou até perder algum peso, há que ter uma alimentação saudável.


⇨ Aumente a atividade física

Faça caminhadas curtas se não tiver tempo para andar muito tempo seguido e use as escadas.


⇨ Mude a sua perspectiva de vida

Faça um saldo do dia antes de dormir e reforce sempre o que fez de positivo.


⇨ Domine o stress

Evite pensar negativo, de forma a reduzir a sua ansiedade.


⇨ Reavalie as mudanças efetuadas e trace novos objetivos

Está na hora de escolher outros, cada vez mais desafiadores e difíceis.


⇨ Prevenção de recaída ... Como lidar?

Se, no meio do processo de mudança, recair em comportamentos antigos, perdoe-se e visualizae cada dia como uma nova oportunidade.


Fonte: Revista ACP

Até a próxima


domingo, 17 de abril de 2016

A mudança climática provoca estresse e depressão


Mudanças climáticas ameaçam não só o coração e os pulmões: mudanças climáticas ameaçam até mesmo o cérebro. Poluição atmosférica aumenta as manchas escuras na pele.
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Imagem Pixabay

Mudanças em eventos de clima e tempo catastrófico da Terra que ocorrem em algumas áreas do planeta, de fato, tem impacto sobre a saúde mental do homem, bem como sobre o físico. Quem diz é o mais recente relatório do Programa de Pesquisa em Mudanças Globais de Estados Unidos, criada em 1989 com o objetivo de ajudar o país e do mundo a compreender, avaliar e prever o processo natural de mudança ambiental global e os efeitos sobre o indivíduo. 

A avaliação científica, realizada por uma centena de estudiosos de oito agências governamentais dos EUA e apresentou à Casa Branca nos últimos dias, verificou-se que o aumento da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera leva a temperaturas mais altas: se os graus no termômetro aumentam os níveis, aumenta o risco de doença cardiovascular, renal e respiratória.

Mesmo de partículas finas e PM10 no ar, causando a poluição do ar, é o inimigo do coração, pulmões e pele, pois favorece o aparecimento de alergias, câncer e doenças cardíacas. Para não mencionar os eventos catastróficos (como, por exemplo, o furacão Katrina, que em 2005 causou mais de 1.800 vítimas nos EUA), que causaram prejuízo, não só aos indivíduos, mas também levaram a muitas mortes. 

Segundo o estudo dos EUA, essas "condições extraordinárias" relacionadas com o clima e a natureza dos processos também desencadeiam doença mental, que a longo prazo afetam o bem-estar das pessoas: problemas físicos, e de fato, podem também ser adicionadas depressão, ansiedade, stress e transtorno pós-traumático. Indivíduos, são influenciados tanto por experiências diretas e locais (como no caso de furacões, incêndios, maremotos) e por informações obtidas a partir da mídia, que podem assustar e impressionar até causar problemas psicológicos.

A pesquisa do Programa Global Change Research, no entanto, salienta que as consequências das alterações climáticas sobre a saúde mental humana e raramente ocorrem isoladamente, mas muitas vezes eles interagem com outros estressores ambientais e sociais. Você também pode ser afetado.


Fonte: globalchange


Até a próxima


sexta-feira, 25 de março de 2016

9 atitudes simples para relaxar, de acordo com cientistas


É fácil sermos apanhados pelo stress na rotina diária. No entanto, é muito difícil de se livrar de todo o stress acumulado.

© Flickr / Pawel Maryanov

Se você está procurando uma maneira de relaxar, estes são métodos para descomprimir cientificamente comprovados ... até tirar umas férias pode ser uma opção.

Ouvir música

Você está estressado? Coloque seus fones de ouvido!
Um estudo descobriu que ouvir música, especialmente antes de enfrentar uma situação estressante ajuda o sistema nervoso a se recuperar. Os níveis de cortisol e a frequência cardíaca, bem como os níveis de stress e ansiedade diminuem. Razão para que a terapia de música seja utilizada como um complemento em certos tipos de tratamento.

Meditar

É geralmente reconhecido que a meditação é uma excelente forma de relaxar e diversos estudos demonstram. Uma meta-análise que analisou diferentes métodos de relaxamento para as pessoas que sofrem de ansiedade descobriram que os efeitos benéficos da meditação eram mais importantes do que as observadas para outras técnicas de relaxamento como o treinamento autógeno (um método visa tornar o seu corpo mais quente e pesado). Outros estudos têm enfatizado seus efeitos antidepressivos, bem como o seu efeito calmante sobre a ansiedade. 

Exercitar-se regularmente

De acordo com a Harvard Medical School, a chave para uma mente relaxada é um corpo relaxado. Assim, os sinais do corpo relaxado e calmo ajuda a reduzir a tensão mental.
Uma maneira de relaxar o corpo é o exercício. Isto pode parecer contra-intuitivo, mas o exercício ajuda a secretar hormônios que melhoram o moral, como endorfinas e reduzir o nível de hormônios do stress, como adrenalina e cortisol.

Mergulhar em um banho quente

Se você tiver um super-dia estressante no escritório, tente relaxar, desfrutando de um banho quente.
De acordo com os Institutos Nacionais de Saúde, um banho quente pode ajudar a melhorar o fluxo sanguíneo, o que reduz a rigidez e dores nas articulações. E menos dor muitas vezes significa uma mente calma e um corpo relaxado.

Sauna

Saunas são uma ótima maneira de aliviar a tensão do corpo causada por stress e ajudar a mente a fazer uma pausa e se acalmar.
Diversos estudos sugerem que as saunas ajudam a desencadear respostas anti-inflamatórias no corpo que ajudam a aliviar as pessoas que sofrem de asma, bronquite crônica, insuficiência cardíaca congestiva e a artrite reumatóide.

Relaxar os dedos dos pés

Uma das muitas técnicas de relaxamento Mayo Clinic é esticar gradualmente diferentes grupos musculares, começando com os dedos dos pés. A clínica recomenda manter a tensão cinco segundos e solte.
Este tipo de relaxamento é chamado de "relaxamento muscular progressivo" e os pesquisadores acreditam que poderia ajudar a aumentar a nossa consciência das sensações físicas associadas com o relaxamento.

Ioga

A Clínica Mayo apregoa ioga para aliviar o stress. De fato, é bom para a respiração consciente e exercício. 
Os estudos também mostram que a ioga seria benéfica no tratamento da depressão.

Pintar ou desenhar 

Se você tem um temperamento bastante artística, tente colorir livros para adultos. 
A Clínica Mayo também recomenda a terapia da arte como uma técnica de relaxamento. Vários estudos mostram que ele é realmente uma maneira eficaz de aliviar o stress. Um estudo sobre os benefícios de mandalas para colorir sugere que reduziria a ansiedade.

Passar um tempo sozinho

Apesar de passar muito tempo sozinho poder ser estressante, tome um momento para ficar sozinho voluntariamente técnica de relaxamento eficaz.
Passar algum tempo sozinho também é uma boa maneira de dar tempo para meditar, uma forma comprovada para relaxar, como mencionamos anteriormente.

Fonte: MSN

Até a próxima


domingo, 6 de março de 2016

O que fazer para não engordar em períodos de stress



Em fases de maior nervosismo, há alimentos que deve riscar da sua lista. Teresa Branco, fisiologista na gestão do peso, diz-lhe quais.

É possível ganhar quatro quilos numa semana de stress. Parte desse peso deve-se a retenção de líquidos. O restante advém da acumulação de gordura devido a más escolhas alimentares. Em momentos de maior nervosismo, temos tendência para ingerir (por vezes de forma compulsiva) alimentos ricos em hidratos de carbono (bolos, bolachas, chocolates), os quais são pior tolerados nesta fase, levando ao aumento de peso.

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Foto: dreamstime

Nessas alturas, é frequente saltarmos refeições, passarmos muitas horas sem comer, acabando por ingerir maiores quantidades nas refeições seguintes. Para contrariar o problema, ao antecipar uma fase de maior stress, abasteça a dispensa com produtos saudáveis e faça comida para congelar. Desta forma, não terá tentações desnecessárias com alimentos menos saudáveis.

Nesses períodos, beba também muita água (o stress desidrata) e aposte no consumo de vegetais que, além de fibras, vitaminas e minerais, contêm um aminoácido, o triptofano, que promove a produção de serotonina. Esta tem um efeito tranquilizante e diminui nesta fase. Laticínios, carne de aves e frutos secos são também fontes de triptofano. Evite também bebidas excitantes como café, chá e bebidas alcoólicas, que em excesso causam stress.

No que se refere à alimentação, são também de evitar alimentos fritos, pois, a par da ansiedade e do stress, promovem maior produção de radicais livres. Corte também com os doces, pois promovem alterações no metabolismo dos açúcares que a predispõem para engordar. A ideia de comer um chocolate para ganhar forças pode parecer-lhe aliciante mas os seus efeitos podem ser perversos.

O que fazer após uma fase de stress
Na fase em que as coisas estão mais calmas, adote novas rotinas saudáveis. Inclua o exercício físico na sua vida, abasteça a sua dispensa com alimentos saudáveis e procure dormir bem, pois, caso contrário, terá mais fome e maior predisposição para ingerir alimentos calóricos.

Quando a dieta é a causa do stress

Quando a dieta exige um grande sacrifício, significa que não é a adequada para si. Ao perder peso deverá estar feliz e tranquila. É fundamental adotar uma abordagem alimentar que consiga fazer para o resto da vida, caso contrário, irá engordar novamente.

Fonte: Prevenir

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O que são e como tratar aftas


As aftas são feridas arredondadas, que ardem muito e bastante incômodas, que formam-se no interior da boca. Elas costumam atingir especialmente as mulheres, adultos jovens e crianças. Apesar do desconforto que essas feridas causam, não costumam representar motivos para preocupações. Para saber como evitar aftas, é necessário compreender melhor esse tipo de ferida.

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Sua causa não é completamente compreendida, pode ser  desencadeada por uma variedade de fatores que variam entre os indivíduos: podem incluir deficiências nutricionais, trauma local, stress, influências hormonais, alergias e predisposição genética, dentre outros.

Muitas pessoas buscam uma fórmula de como evitar aftas, para não precisar lidar com o incômodo ao comer ou falar. Mesmo não se tratando de uma doença infecciosa, transmitida por via direta, a afta tende a incomodar a maioria da população, pelo menos uma vez.

Uma das melhores maneiras de conseguir evitar o surgimento de aftas é manter o estresse longe, deixando corpo e mente em equilibro. Adotar uma dieta balanceada, praticar atividades físicas com regularidade e dormir em quantidade saudável é a principal forma de manter as aftas afastadas. Além disso, ter o cuidado de mastigar os alimentos com calma, o que além de garantir uma boa digestão, diminuirá consideravelmente as chances de você acabar mordendo suas bochechas ou sua língua sem querer.

Origem e tratamento das aftas

O desenvolvimento de aftas também pode estar associado ao consumo de determinados alimentos. Entre eles, é recomendável não exceder-se no consumo de chocolate, café, amendoim, amêndoas, morango, queijo, tomate, batata, leite de vaca, frutas cítricas, figo, canela e farinha de trigo. E, claro, os ingredientes citados anteriormente também funcionam como estimulantes dessas feridas tão desagradáveis na boca. Também evitar excessos em ingredientes como temperos, glúten, óleos essenciais e agentes que realçam o sabor. Outra dica importante é substituir a escova dental tradicional por um modelo que tenha cerdas mais macias e uma cabeça menor. Uma saúde bucal em dia também é fundamental para prevenir as aftas. Portanto, consulte periodicamente um dentista.

Em geral, boa parte das aftas costuma ser resultado de uma mordida involuntária. Além disso, as aftas podem surgir como resultado de outros tipos de machucados acidentais no tecido da boca, que tendem a evoluir para aftas. Outra forma de ter esse o problema é passar o fio dental descuidadamente, o que pode resultar em uma ferida. Além disso, algumas pessoas desenvolvem aftas por estímulos como ansiedade e stress. Nas mulheres, até mesmo variações hormonais podem desencadear o surgimento de aftas.

Normalmente, as aftas não requerem nenhum tratamento específico para sua cicatrização, já que tendem a se curar e desaparecer sozinhas. Mas se elas forem muito incômodas ou estiverem piorando ao comer ou falar, é possível aliviar o incômodo usando algumas estratégias para ajudar o seu organismo a se livrar mais rápido do machucado, como evitar alimentos que já tenham sido associados à formação de aftas, incluindo os cítricos, certos temperos, o queijo e o leite de vaca e as amêndoas. Opte por alimentos fáceis de mastigar.


Referências: Textual Conteúdo

Até a próxima


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Stress tem impacto na fertilidade




De acordo com uma investigação apresentada no Encontro Europeu Anual da Sociedade de Reprodução Humana e Embriologia (ESHERE), mulheres que registram um alto nível de alfa-amilase (indicador biológico do stress) têm, em cada mês 29% menos hipóteses de engravidar.
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Foto: female2


Além disso, estas mulheres têm ainda o dobro de hipóteses de serem medicamente classificadas como inférteis, isto é, apesar de terem relações desprotegidas e regulares não engravidam no espaço de 12 meses.

Durante o estudo foram analisadas 501 mulheres, com idades entre os 18 e os 40 anos, sem problemas de fertilidade identificados e que estavam tentando uma gravidez.



Fonte: Revista PH, nº 4

Até a próxima

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

7 efeitos negativos do stress





No caso de estresse físico e mental das glândulas adrenais liberam cortisol. O aumento deste hormônio leva à fadiga generalizada.
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Imagem: Pixabay

O estresse pode ser causado pela ansiedade e pela depressão devido à mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Quando os sintomas de estresse persistem por um longo intervalo de tempo, podem ocorrer sentimentos de evasão (ligados à ansiedade e depressão). Os nossos mecanismos de defesa passam a não responder de uma forma eficaz, aumentando assim a possibilidade de vir a ocorrer doenças, especialmente cardiovasculares.

Aumento de peso

O excesso de cortisol, e não definida por acaso "hormônio do estresse", reduz a capacidade do corpo usar gordura presente nas reservas, a fim de produzir energia, favorecendo o acúmulo especialmente em torno do abdômen.

Provoca distúrbios do sono

Durante a noite os níveis de cortisol são reduzidos, permitindo que ao corpo a regeneração, mas se a concentração do hormônio é excessivo o organismo não é capaz de relaxar.

Envelhecimento precoce

O stress não é bom mesmo para a pele. O cortisol, de fato, inibe a síntese de colágeno provocando consequentemente desidratação e envelhecimento prematuro.

Promove a hipertensão

A alta concentração de cortisol no corpo provoca vasoconstrição e aumento da pressão arterial.

Enfraquecimento do sistema imunológico

Altos níveis de cortisol desativam os mecanismos de defesa naturais do corpo, favorecendo o aparecimento de resfriados e infecções.

Causam problemas intestinais

O stress reduz a capacidade de digerir os alimentos e diminui a absorção de minerais. Além disso, o cortisol inibe a proliferação da flora bacteriana no intestino.


Referências: sanihelp.It, MSN

Até a próxima


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Stress e diabetes podem comprometer fertilidade



Durante o estudo sobre a influência do stress foram analisados 501 mulheres, com idades entre os 18 e os 40 anos, sem problemas de fertilidade identificados e que estavam tentando engravidar.
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Foto:123RF

De acordo com uma investigação  apresentada no encontro Europeu Anual da sociedade de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), mulheres que registram um alto nível de alfa-amilase (indicador biológico do stress) têm, em cada mês 29% menos hipóteses de engravidar. Além disso, estas mulheres têm ainda o dobro de hipóteses de serem medicamente classificadas como inférteis, isto é, apesar de terem relações desprotegidas e regulares não engravidam no espaço de 12 meses.

Diabetes pode contribuir para infertilidade marculina


Estudo desenvolvido por investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Nuclear (CNC) de Coimbra, Portugal, revela que diabetes pode contribuir para a infertilidade.

Em nota divulgada pela Universidade de Coimbra afirmam que "Os níveis elevados de açúcar (no sangue) não têm efeito direto nos espermatozoides, mas poderão comprometer a produção de esperma, contribuindo assim para a infertilidade masculina, evidencia um estudo desenvolvido por uma equipe de investigadores do CNC". 

"O elevado nível de açúcar no sangue (a hiperglicemia) "desempenha um papel importante, mas não decisivo, na disfunção do espermatozoide maduro". "Este trabalho constitui um passo importante no esclarecimento dos mecanismos de ação da diabetes no sistema reprodutor masculino, permitindo delinear novas abordagens para estudos futuros", sustenta Sandra Amaral, especialista que lidera o estudo. 

A pesquisa foi realizada num sistema "in-vitro", possibilitando controlar e identificar todas as condições às quais os espermatozoides são expostos, menciona a UC, salientando que este estudo é inovador, por "avaliar vários parâmetros de funcionalidade espermática, que não são usualmente avaliados", mas que "fornecem informação muito mais detalhada sobre esta célula tão particular".


Até a próxima