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segunda-feira, 17 de abril de 2017

5 alimentos que melhoram o funcionamento do cérebro



Esquecer uma tarefa, um nome, uma data importante. Essas e muitas outras pequenas (e grandes) coisas da vida podem ser muito prejudicadas por uma memória ruim. Além do avanço da idade, do cansaço e do estresse, uma alimentação deficiente pode influenciar nos esquecimentos do dia a dia. Uma forma de prevenir é alimentar-se dos nutrientes necessários para um cérebro mais ativo.
© Thinstock

Chá verde

O chá verde é rico em polifenois, substâncias que ajudam a prevenir o envelhecimento cerebral e doenças neurodegenerativas com ação anti-radical.

Frutos secos

Nozes, amêndoas, castanhas de caju, avelãs, etc. são uma bênção para o cérebro graças ao teor de vitamina E, ômega 3 e ômega 6, magnésio e vitamina B 6: excelentes fontes de alimentação para o sistema nervoso.

Sementes de girassol

As sementes, especialmente sementes de girassol e sementes de abóbora são considerados verdadeiro super alimento devido ao seu alto teor de nutrientes. Além de ser rica em vitaminas do complexo B e ácidos graxos ômega 3 e ômega 6, também fazem zinco, um sal mineral que melhora a memória e cognição.

Brócolis

O brócolis, bem como outra planta pertencente à família dos vegetais crucíferos (repolho, brócolis, etc.), têm um teor C de alta vitamina, antioxidante valioso que fortalece os vasos sanguíneos, mas também ácido fólico, (parte de vitaminas grupo B) necessário para o bom funcionamento do cérebro.

Tomates

Eles são muito úteis para a saúde do cérebro devido ao teor de licopeno, um poderoso antioxidante que pertence à família dos carotenóides. Além disso a luta contra os radicais livres (responsáveis ​​pelo envelhecimento celular e processos degenerativos) e para melhorar a função cerebral.


Fonte: MSN

Até a próxima


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Romã, uma fonte de vitaminas e fibra



Sabia que em tempos o suco da romã era utilizado para matar a sede nas travessias dos desertos? É considerada um dos frutos mais antigos do mundo e é apreciada por crianças e adultos. Além de bonita, é saudável e fonte de vitamina C.
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Foto: Pixabay

Em inglês diz-se pomegranate, uma junção do latim pomum (maçã) e granatum (com sementes). A romã tem cerca de uma dezena e meia de variedades em todo o mundo. Os maiores produtores são o Afeganistão, Irã, Israel, Brasil, EUA, Itália e Espanha. A Asseria é a variedade tradicional da região algarvia, em Portugal, que é caracterizada por bagos carnudos, vermelhos e de grainha pequena.

Origem

Um dos primeiros frutos a ser cultivado para fins alimentares (juntamente com as azeitonas, os figos, as uvas e as tâmaras, por volta do ano 5000 a.C.), a romã foi introduzida na Península Ibérica pelos árabes, mais propriamente no Sul da Espanha, e mais tarde, levada para o resto da Europa e para o continente americano.

Originária da região que atualmente vai do Irã aos Himalaias, ocupa ainda hoje um lugar de referência nos países do Médio Oriente, sendo a segunda fruta mais consumida, logo a seguir às tâmaras. Já na Roma antiga, a romã era símbolo de ordem, riqueza e fertilidade.

Características da romã

Segundo alguns acadêmicos, a romã é uma fonte de inúmeros nutrientes, essenciais para o bom funcionamento do organismo, entre os quais se destacam as vitaminas C e B6 e polifenóis, que a tornam indicada como parte integrante de uma dieta saudável e equilibrada.

Dado o seu aporte calórico (50kcal/100g), o elevado teor de água (aproximadamente 83%), a isenção de colesterol e gorduras e a sua riqueza em fibras, a romã é recomendada nas dietas para controle de peso. De um vermelho intenso e ricas em sabor, a romã é de uma versatilidade extrema na cozinha, ideal para saladas, molhos quentes, cuscuz, bolos e doces, ou simplesmente a acompanhar o iogurte ou os cereais matinais.

Como escolher

Ao escolher romãs, centre-se sobretudo no seu peso: quanto mais pesadas proporcionalmente ao tamanho, melhores são e mais suco contêm. Pode também segurar num destes frutos com uma mão e bater duas ou três vezes com dois dedos: se ouvir um som metálico é sinal de que está madura o suficiente para consumir; se o som for suave e/ou o toque marcar a casca, está perante uma romã demasiado madura.

1. Escolha sempre as romãs mais pesadas e as que apresentem casca brilhante e sem rugosidades.

2. Se as conservar num local fresco e escuro é possível que durem até um mês. Na geladeira, o tempo de conservação aumenta para quase o dobro.

3. A romã pode ser consumida de várias formas, ao natural, em sumo, por cima de saladas, para dar cor, textura e sabor, em geleia ou compota, e o suco pode ser transformado em vinagrete, marinada e até em molhos.


Fonte: Pingo Doce

Até a próxima