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sábado, 15 de julho de 2017

Exercício físico faz bem ao cérebro


Há várias décadas se acumulam evidências indicando os benefícios da atividade física, tanto aeróbica como de força (ou resistência), na função cognitiva, tempo de reação e memória, entre outras propriedades.
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Foto: Pinterest

Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine concluiu que a combinação de exercícios aeróbicos com exercícios de resistência contribui para estimular o cérebro de pessoas com mais de 50 anos. Segundo os investigadores, o exercício físico nas pessoas mais velhas constitui um meio promissor de retardar ou afastar o declínio de saúde mental e das capacidades cognitivas. Os exercícios aeróbicos refletem-se nas capacidades cognitivas, enquanto os de resistência têm efeitos na memória.

À medida que envelhecemos, a produção das substâncias necessárias para o crescimento de neurônios (como a BDNF) diminui. Isso causa uma redução na produção de neurônios e menor ligação entre eles. É aqui que o exercício pode ajudar. 

Quais são os melhores esportes para o cérebro?

A maior parte dos estudos concluíram que os exercícios aeróbicos, que usam o oxigênio para produzir energia (como correr, caminhar, andar de bicicleta ou nadar), são os melhores para o cérebro porque ajudam o coração a bombear mais sangue. Com isto, haverá melhor oxigenação dos cerca de 100 mil milhões de neurônios que temos.

O exercício fornece um estímulo sem paralelo: cria um ambiente no qual o cérebro está pronto, disponível e apto a aprender.

Fonte: CNN, Revista PH
Até a próxima


segunda-feira, 10 de julho de 2017

Genes da insônia encontrado



Uma equipe internacional de pesquisadores descobriu, pela primeira vez, sete genes de risco para insônia. Com esta descoberta, os pesquisadores deram um passo importante para o desenrolar dos mecanismos biológicos que causam insônia.

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Imagem: Pixabay

Além disso, a descoberta mostra que a insônia não é, como se costuma afirmar, uma condição puramente psicológica. Nature Genetics publicou os resultados da pesquisa.

A insônia é provavelmente a queixa de saúde mais comum. Mesmo após o tratamento, o sono de má qualidade continua a ser uma vulnerabilidade persistente para muitas pessoas. Por ter determinado os genes de risco, professores Danielle Posthuma (VU e VUMC) e Eus van Someren (Instituto Holandês de Neurociência, VU e VUmc), os pesquisadores principais deste projeto internacional, estiveram mais perto de desvendar os mecanismos biológicos que causam a predisposição para a insônia.

Esperança e reconhecimento para insones

Professor Van Someren, especializado no sono e insônia, acredita que os resultados são o início de um caminho para a compreensão da insônia ao nível da comunicação dentro e entre os neurônios, e, portanto, no sentido de encontrar novas formas de tratamento.

Ele também espera que os resultados ajudem com o reconhecimento da insônia. “Em comparação com a gravidade, a prevalência e os riscos de insônia, poucos estudos são direcionados a suas causas. A insônia é muitas vezes descartada como sendo 'tudo está na sua cabeça'. Nossa pesquisa traz uma nova perspectiva. Insônia também está nos genes".

Numa amostra de 113.006 indivíduos, os investigadores encontraram 7 genes para a insônia. Estes genes desempenham um papel na regulação da transcrição, o processo em que o ADN é lido a fim de efetuar uma cópia de ARN do mesmo, e a exocitose, a libertação de moléculas por células, a fim de comunicar com o seu ambiente. Um dos genes identificados, MEIS1, anteriormente tinha sido relacionada com dois outros distúrbios do sono: movimentos periódicos dos membros de sono (PLMS) e Síndrome das Pernas Inquietas (SPI). Ao colaborar com Konrad Oexle e colegas do Institute de Neurogenomics no Helmholtz Zentrum, Munique, Alemanha, os pesquisadores puderam concluir que as variações genéticas no gene parecem contribuir para as três doenças. Surpreendentemente, a MPM e RLS são caracterizados pelo movimento agitado e sensação, respectivamente, ao passo que a insônia é caracterizado principalmente por um fluxo agitado de consciência.

Sobreposição genética com outras características

Os pesquisadores também descobriram uma forte sobreposição genética com outras características, tais como transtornos de ansiedade, depressão e neuroticismo e baixo bem-estar subjetivo. “Esta é uma descoberta interessante, porque essas características tendem a ir de mãos dadas com a insônia. Sabemos agora que isso é em parte devido à base genética compartilhada”, diz o neurocientista Anke Hammerschlag, estudante de doutoramento e primeiro autor do estudo.

Genes diferentes para homens e mulheres

Os pesquisadores também estudaram se as mesmas variantes genéticas foram importantes para homens e mulheres. “Parte das variantes genéticas acabou por ser diferente. Isto sugere que, de alguma forma, mecanismos biológicos diferentes podem levar à insônia em homens e mulheres”, diz o professor Posthuma. “Encontramos também uma diferença entre homens e mulheres em termos de prevalência: na amostra estudada, incluindo principalmente pessoas com mais de cinquenta anos, 33% das mulheres relataram a sofrer de insônia. Para os homens isso foi de 24%.”

Os genes de risco podem ser rastreados em coortes com o DNA e diagnósticos de muitos milhares de pessoas. O Biobank Reino Unido - um grande grupo da Inglaterra que tem DNA disponível - não tinha informações, como tal, sobre o diagnóstico da insônia, mas pediram a seus participantes se eles acharam difícil adormecer ou ter um sono ininterrupto. Fazendo bom uso da informação de slaapregister.nl (o registro do sono holandês), a Biobank Reino Unido foi capaz, pela primeira vez, para determinar qual deles conheceu o perfil insônia. Ligando o conhecimento a partir desses dois grupos é o que fez a diferença.

Fonte: MSN/Saúde

Até a próxima


domingo, 29 de maio de 2016

O que o álcool faz ao seu corpo



Já todos ouvimos dizer que um copo de vinho faz bem ao coração, Mas todos os órgãos sofrem quando o consumo é excessivo.

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Imagem Pixabay
Mensagens erradas

O perigo do álcool está no fato de se tratar tanto de um depressor como também um estimulante indireto. O álcool afeta a química cerebral, ao alterar os níveis de neurotransmissores (moléculas que fazem a comunicação entre os neurônios). É o mesmo que dizer que o álcool altera o controle dos processos, dos comportamentos e das emoções, criando excitação ou inibição.

E, se em pequenas doses causa excitação e euforia, em excesso funciona como um depressivo; provoca mudanças de humor e de comportamento, dificulta a clareza de raciocínio e até a coordenação. Prejudica mesmo a formação e desenvolvimento de novos neurônios.

E o pâncreas também sofre

O álcool pode provocar inflamação do pâncreas (pancreatite), causando destruição do tecido e, em consequência, das células que produzem insulina, o hormônio que, quando não é produzida em quantidade suficiente, abre a porta à diabetes. Há ainda o risco de câncer.

Coração em risco

Com o álcool, o coração é obrigado a um maior esforço para bombear o sangue. A pressão arterial aumenta e, com o tempo, pode desenvolver-se uma condição designada por cardiomiopatia - isto é, os músculos do coração ficam mais relaxados e fracos e, portanto, menos eficientes. No limite, podem ocorrer situações como um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Fígado é impedido de funcionar bem

O fígado é o órgão que se associa de imediato ao consumo de álcool, E assim: há o risco de hemorragias, de inflamação e posterior desenvolvimento da chamada hepatite alcoólica, bem como o risco de cirrose, doença que se caracteriza pela substituição do tecido saudável por tecido cicatrizado, o que impede o funcionamento do fígado e pode conduzir à morte.

Câncer à vista


Além do câncer do pâncreas, há outros cujo risco aumenta com o abuso de bebidas alcoólicas: é o caso de todos aqueles que envolvem as partes do corpo em contato com o álcool, como a boca, a laringe, a faringe e o esôfago. O risco aumenta quando se é também fumante.

Fonte: Revista PH

Até a próxima


sexta-feira, 22 de maio de 2015

Alimentos que estimulam a memória


Para melhorar a memória existem várias formas e uma delas é a alimentação. 

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Imagem daqui

Existem alimentos que estimulam a memória, entre eles estão aqueles que possuem a substância chamada fisetina, que segundo estudos, é considerada benéfica, uma vez que estimula a formação de novas conexões entre os neurônios, além de fortalecê-las. Ajudam na comunicação entre os neurônios, isso resulta em uma maior capacidade de pensar, concentrar-se, aprender e memorizar.

Abaixo a lista de alimentos que estimulam a memória e outros minerais e vitaminas que possuem a mesma função.

Frutos e legumes

Kiwi, pêssego, morango, maçã, cebola e espinafre são benéficos e possuem fisetina.

Sementes e grãos

São ricos em zinco, selênio, ferro e fósforo. Esses sais minerais participam de várias trocas elétricas e mantém o cérebro ativo e acordado. Também possuem vitamina E, um poderoso antioxidante e colina, substância importante na construção da membrana de novas células cerebrais.

Alimentos integrais e proteínas

São ricos em vitaminas do complexo B, as quais regulam a transmissão de informações entre os neurônios.

Frutas cítricas, folhas verde escuro e uva

Nestes alimentos encontram-se também bioflavonóide, com grande ação antioxidante.

Raízes e folhas escuras

São ricos em fósforo, ferro, selênio e zinco.

Gema do ovo

É rica em colina, substância indispensável na construção da membrana de novas células cerebrais e na reparação das que foram lesadas. A colina também está também nos óleos vegetais prensados a frio, como o de gergelim, girassol e o azeite de oliva.

Óleos vegetais prensados a frio

Também são ricos em acetilcolina, um neurotransmissor essencial para a memorização. A substância é também encontrada nas sementes, grãos e gema de ovo. Estes alimentos contam também com os fitoesteróis, estimulante do sistema de defesa do organismo, que reduz as células tumorais, inflamações e infecções. Outra substância são os fosfolipídeos (entre eles a lecitina), que ajuda na recuperação das estruturas da memória e do sistema nervoso.

Peixes de água fria e profundas e semente de linhaça

Fazem bem á memória devido, em especial ao Ômega. Essa substância serve como anti-inflamatório, evitando a morte dos neurônios.

Carboidratos

Até mesmo os ricos em carboidratos combatem o esquecimento, uma vez que a glicose é a energia exclusiva do cérebro. Os carboidratos complexos (batata, grãos e pão) são absorvidos mais lentamente, fornecendo energia regular, porém, sempre faça opção pelos integrais.

Referências: Textual Conteúdo

Até a próxima