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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Sintomas de cansaço que fazem ligar o sinal de alerta



Ficarmos cansados após um ano de trabalho é normal, mas se após as férias ou poucos meses de trabalho estes sintomas forem notados, convém consultar o medico.

Adormece constantemente. Isto pode ser um sinal de apneia do sono, especialmente se também ressonar.
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Após uma noite completa de sono e mesmo assim sente-se cansado. Se dorme entre sete e nove horas e não acorda recuperado, a fadiga pode dever-se a algo não relacionado à falta de sono, deve falar com o seu médico.
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A sua fadiga é acompanhada de outros sintomas de diabetes. Se além da fadiga tem sede extrema, perdeu peso sem explicação, tem visão turva ou confusão mental, pode sofrer de diabetes, fale com o seu médico.
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Tem dores pelo corpo todo. Pode ser um caso de inflamação, tente dormir mais e apostar numa alimentação rica em ômega 3 ou até suplementos, para combater a inflamação e recuperar a energia
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Apresenta outros sintomas de hipotiroidismo. Os sintomas mais comuns, associados à fadiga, são aumento de peso e intolerância ao frio. Consulte o seu médico.
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Anda particularmente esfomeado e irritadiço. Combinado com a fadiga, este sintoma pode indicar uma glândula adrenal, que gere o stress, exausta.
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Passa o dia exausto. Se este é o seu único sintoma, provavelmente o seu cansaço deve-se à má alimentação, ao excesso de açúcar ou a poucas horas de sono.
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Tem passado as noites em movimento… sonâmbulo. Pode ser difícil de identificar o sonambulismo se dorme ou vive sozinho, para tirar as dúvidas, convide alguém para dormir na sua casa e confirmar se assim é , ou então coloque uma câmara a gravar a sua cama enquanto dorme.
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Não se sente feliz. Se se sente triste e faz algo de que não gosta, é provável que o seu corpo comece a ficar sem energia. Aposte nas coisas que lhe trazem felicidade para ter mais energia.
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Fonte: MSN/Saúde

Até a próxima


terça-feira, 13 de junho de 2017

Marca no lóbulo da orelha pode indicar que você está em risco de AVC


A presença de uma ruga no lóbulo da orelha está associado com um maior risco de acidente vascular cerebral (acidente vascular cerebral). Confira na imagem e descubra a razão.
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E se o risco de acidente vascular cerebral (AVC) pudesse ser lido ... em seu lóbulo da orelha? Esta suposição incrível é avançada por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Galileia, Israel. De acordo com a seu mais recente estudo, publicado no American Journal of Medicine, a presença de uma ruga que atravessa o lóbulo da orelha em diagonal está associado com um maior risco de acidente vascular cerebral.

Mais de três quartos das vítimas de derrame tem um vinco no lóbulo

Os investigadores examinaram 241 pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral e descobriram que 78,8% deles tinham esse ritmo no lóbulo. Esta marca mais ou menos profunda tem um nome: sinal de Frank, em homenagem ao médico americano Sanders T. Frank, que a identificou em 1973. Foi então que notou-se que esta marca era extraordinariamente comum em pacientes jovens com angina de peito.

Evidência de má circulação

Mas por que essa dobra tem uma relação com a doença cardiovascular? Segundo os autores do estudo, o entupimento das artérias, um fenômeno que aumenta o risco de acidente vascular cerebral, também faz com que o menor fluxo de sangue para os lóbulos da orelha, o que leva a uma perda de elasticidade e assim a formação de uma dobra.

É por isso que os pesquisadores propõem incorporar o sinal de Frank à lista de fatores de risco para acidente vascular cerebral, embora seja necessário mais trabalho para entender melhor essa relação. Em adição à doença cardíaca e derrame, a presença desta dobra já tem sido associado com um maior risco de diabetes e hipertensão. Vários especialistas destacam que isto pode não ser mais do que um sinal do avançar dos anos, novos estudos poderão ser mais esclarecedores.

Fonte: MSN/Medisite

Até a próxima


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Há risco para a saúde dormir menos de seis horas



Estudo diz que muito pouco descanso pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral ou doença cardíaca.

■ Uma pesquisa publicada no Journal of the American Heart Association mostra que muito pouco sono está associada a maior risco de morte.
■ O risco atinge aqueles com síndrome metabólica - diabetes, hipertensão arterial e obesidade.
■ É particularmente forte em pessoas com pressão arterial elevada ou metabolismo lento.
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Tendo muito pouco sono pode colocar as pessoas em risco de doença cardíaca, adverte uma nova pesquisa.

O estudo concluiu que com menos de seis horas de sono por noite foi associado com um maior risco de morte em pessoas com síndroma metabólica - uma combinação de diabetes, tensão arterial elevada e obesidade

Pesquisadores, o efeito foi particularmente forte nos pacientes com pressão sanguínea elevada ou metabolismo de glucose deficiente.
Para aqueles que tem mais horas de sono, o risco de morte foi mais modesto.

O estudo é o primeiro a medir a duração do sono num laboratório, em vez de depender de relatos dos pacientes, e o primeiro a analisar o impacto da duração do sono no risco de morte em pessoas com um conjunto comum de fatores de risco de doença cardíaca.

Os pesquisadores selecionados aleatoriamente 1.344 adultos com idade média de 49 anos que concordou em passar uma noite em um laboratório do sono.
Com base nos seus resultados de teste, 39,2% das participantes demonstraram ter, pelo menos, três dos fatores de risco, que quando agrupadas são conhecidos como síndrome metabólica.

Para o estudo, o cluster incluía índice de massa corporal (IMC) maior do que 30 - a definição padrão de ser obeso, bem como do colesterol total elevado, a pressão sanguínea, níveis de açúcar no sangue em jejum e de triglicérides.

Durante um período de acompanhamento médio de 16,6 anos, 22% dos participantes morreram.
Em comparação com pessoas sem o mesmo conjunto de fatores de risco, aqueles com síndrome metabólica, que cronometrou mais de seis horas de tempo de sono no laboratório foram cerca de 1,49 vezes menos probabilidades de morrer de acidente vascular cerebral durante o período de acompanhamento.

Mas aqueles que dormiam menos de seis horas no laboratório foram cerca de 2,1 vezes mais propensos a morrer de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral.

O autor do estudo Dr. Julio Fernandez-Mendoza, da Penn State College of Medicine, nos EUA, disse: "Se você tem vários fatores de risco de doença cardíaca, cuide do seu sono e consulte um médico se tem sono insuficiente. É importante se você quer reduzir o risco de morte por doença cardíaca ou acidente vascular cerebral."

Ele observou que os estudos de laboratórios do sono são muitas vezes utilizados para descartar apneia do sono, mas os médicos também devem observar sono insuficiente no laboratório, pois pode sinalizar um maior risco de morte em pacientes com fatores de risco para doenças cardíacas.

O Dr Fernandez Mendoza disse que a pesquisa foi um estudo observacional, por isso pelos resultados não é possível estabelecer uma relação causa-e-efeito, apenas a uma associação entre sono curto e mortalidade em pessoas com a síndrome metabólica.

E acrescentou: "ensaios clínicos futuros são necessários para determinar se alongando sono, em combinação com redução da pressão arterial e glicose, melhora o prognóstico de pessoas com a síndrome metabólica.


Referências: daily

Até a próxima


sábado, 22 de abril de 2017

Importância de detectar precocemente os sintomas do AVC



O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma doença que afeta os vasos sanguíneos que irrigam o sistema nervoso central, apresentando-se de forma súbita e manifestando-se por vários sintomas neurológicos consoante a zona afetada.
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Imagem: melhorsaude.org

Resulta quer da oclusão do vaso sanguíneo (AVC isquêmico, enfarte, trombose ou embolia) quer da rotura do mesmo (AVC hemorrágico, hemorragia ou hematoma).

Apesar de todos os esforços continua a ser a principal causa de mortes no mundo.


Dentro das causas apontadas temos vários fatores de risco que aumentam a probabilidade da sua ocorrência. A idade é o principal fator de risco não modificável - o envelhecimento aumenta a probabilidade de sua ocorrência é inevitável. No entanto existem vários fatores de risco que, por serem modificáveis com determinadas atitudes têm impacto na redução da ocorrência do AVC como a hipertensão arterial, o tabagismo, a diabetes, o sedentarismo e a dieta inadequada.

Dos tratamentos disponíveis para o AVC isquêmico mais eficaz apenas pode ser aplicado até as 4,5 a 6 horas após o último momento em que o doente foi visto bem. Ele diminui a probabilidade de dependência após o AVC e é tanto mais eficaz quanto mais cedo for administrado. Assim se percebe que quanto mais depressa os doentes chegarem ao hospital melhor poderá ser o prognóstico.

Diagnosticar um AVC é fácil e poderá alterar o futuro destas pessoas. São definidos 3 sinais de alerta que são os 3 F's: alteração da FALA, Assimetria da FACE ("Boca ao lado") e diminuição da FORÇA (de um lado do corpo quer seja membro superior ou inferior).

Perante qualquer um destes sintomas o próprio ou qualquer testemunha deverá de imediato ligar para o número de emergência e descrever com precisão o que está acontecendo, é muito importante ter em atenção à hora em que os sintomas se iniciaram. Por exemplo: se um familiar saiu de casa às 10 horas e o doente estava bem e voltou as 11 horas e encontrou o doente com alteração da fala então devemos aceitar como hora de início dos sintomas as 10 horas (que foi a última hora em que foi visto bem) e não as 11 horas (pois as manifestações podem ter tido início às 10:05 horas).

Dica

Um AVC pode acontecer sem causa aparente, para pessoas de qualquer idade - mas há fatores que reconhecidamente aumentam a probabilidade de isso acontecer.


Fontes: Associação AVC, Neurologia Hospital de Cascais, Stroke Association

Até a próxima


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O que saber sobre a relação entre estresse e diabetes


Embora o estresse não esteja entre as causas diretas da diabetes, a verdade é que existe uma associação entre as duas doenças. Veja o que saber sobre a relação entre estresse e diabetes e como prevenir ambas.
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Crédito: Getty Images

Um quadro de estresse sozinho não é responsável por uma pessoa desenvolver um dos tipos de diabetes, porém, ao já ter o problema, o indivíduo com estresse pode piorar o seu quadro. Além disso, para quem já possui a pré-disposição de contrair diabetes o estresse funciona como um gatilho, desencadeando a doença do tipo 2.

Nesse tipo de diabetes, o organismo possui dificuldade em processar a insulina, embora consiga ainda produzi-la. A explicação para isso está no fato do estresse liberar cortisona e adrenalina, os quais são hormônios de reação.

Ou seja, eles deixam o corpo alerta e, com isso, crescem os níveis de glicose no organismo, o que aumenta a quantidade de açúcar no sangue. Isso porque as pessoas que possuem diabetes não têm a capacidade de produzir insulina suficiente para processar a glicose extra.

Além disso, estudos apontam que é o estresse crônico aquele que mais facilmente está associado à diabetes, pois é um quadro provocado por um tipo de trauma, tornando a doença mais presente. Por consequência, existe uma liberação constante de mais açúcar no sangue.

Um estudo, publicado na revista médica Journal of Internal Medicine em 2009, pesquisadores dinamarqueses avaliaram 7066 homens e mulheres por períodos de 2 anos em média. Os dados mostraram que homens que se definiam como mais estressados apresentaram 2 vezes mais diabetes que os menos estressados. Já nas mulheres, ter ou não estresse não aumentou o risco de diabetes. Outro dado importante é que no grupo dos estressados, havia mais tabagistas, sedentários e usuários de bebidas alcoólicas.

Mais informações sobre o que saber com a relação entre estresse e diabetes

Além da diabetes, o estresse crônico deixa o organismo suscetível a uma série de doenças, uma vez que o problema aumenta os radicais livres no corpo, os quais facilitam o desenvolvimento problemas de saúde.

Quanto à diabetes, vale lembrar que existem outros fatores que podem desencadear a doença, como histórico familiar, sedentarismo, idade e obesidade. Se for identificado o estresse como o estopim da diabetes, é possível tratar o problema e por consequência minimizar o efeito da diabetes no organismo.

Outra relação entre estresse e diabetes é que o primeiro prejudica o tratamento do segundo, tornando o bem estar mais difícil de ser alcançado. Por isso, é imperativo que pessoas com ambos os problemas ou que tenha propensão a desenvolver o diabetes saiba controlar o seu estresse.

Embora exista uma série de tratamentos, entre eles, homeopáticos, fitoterápicos e os convencionais da medicina, é possível que algumas mudanças no dia a dia sejam suficientes para oferecer melhor qualidade de vida. O primeiro passo é avaliar a origem do estresse, se é o ambiente de trabalho, questões mal resolvidas com pessoas próximas, problemas familiares, etc.

A partir disso, é necessário resolver a questão. Em geral, o estresse está associado à vida corrida e se for esse o seu caso está na hora de mudar o ritmo. Nem sempre as mudanças são fáceis, mas se é para evitar uma doença, com certeza vale a pena.


Fonte: Textual Conteúdo

Até a próxima


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Veja 15 truques que mostram que o seu corpo pode não estar bem


A saúde é mantida e melhorada, não só através da promoção e aplicação da ciência da saúde, mas também através dos esforços e opções de vida inteligentes do indivíduo e da sociedade.

Comprimento dos dedos
O seu dedo indicador é mais curto do que o seu dedo anelar? Se assim for, será duas vezes mais propenso a desenvolver uma osteoartrite nos joelhos.
© Yuri Arcurs/Getty Images

Cabelos e unhas quebradiças
Pode significar doença da tireoide.

Comprimento do braço
Mulheres com braços pequenos têm maior probabilidade de Alzheimer.

Comprimento das pernas
Mulheres com pernas entre os 51 e os 74 centímetros são mais propensas a terem doenças hepáticas.

"Altos"
Os altos que pode ter no seu corpo são provocados pelo colesterol.

Prega lobular
Lóbulos lineares são mais propensos a terem doenças cardíacas. 

Lábios "gretados"
Falta de vitamina B contribui para ter os lábios "gretados". 

Alergia
Pessoas com intolerância ao gluten tem tendência a ter manchas, bolas, coceira vermelha nos joelhos e braços e estômago inchado. 

Barriga grande
Ser gordo aumenta a probabilidade de demência aos 70 anos. 

Tornozelos inchados
Tornozelos inchados significa estar mais propenso a acidente vascular cerebral. 

Tamanho de sutiã
Mulheres com seio grande têm maior probabilidade de desenvolver diabetes.

Tipo de sangue
O seu sangue é do tipo A, B, e AB? Tem maior risco de desenvolver câncer no Pâncreas. 

Gengivas inflamadas
Inchada ou sangra das gengivas? Faça um teste de gravidez.  

Falta de sobrancelhas
Se tem falta de sobrancelhas significa doença da tireoide. 

Olheiras escuras
Olheiras escuras significam stress sobre os rins, desidratação ou uma acumulação de toxinas.  


Até a próxima


domingo, 14 de agosto de 2016

Proteína de soja e seus benefícios


A proteína de soja ganhou fama em especial graças aos adeptos de um cardápio vegetariano, que eliminaram a ingestão de carne vermelha, principalmente. Como as carnes são as grandes fontes de proteína das dietas tradicionais e sendo esse nutriente indispensável para uma vida saudável, a proteína de soja é uma alternativa para quem também deseja eliminar a proteína animal do seu dia-a-dia.
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Imagem: indiamart

Mas devido à proteína de soja e seus benefícios diversos, mesmo quem não abdicou da carne pode fazer uso desse alimento que integra o grupo das leguminosas com alto valor nutricional. Além de proteínas, a soja possui vitaminas e minerais em quantidades superiores a outros grãos. Para atletas que precisam aumentar a ingestão de proteínas, comer os derivados da soja é uma maneira de alcançar esse objetivo sem ter que comer mais alimentos de origem animal.

Por que comer proteína de soja

Confira os benefícios de usar proteína de soja no dia-a-dia e torná-la presença certa no seu cardápio:

→ Assim como a gordura presente em outros grãos, a da soja é isenta de colesterol, não aumentado a sua quantidade no organismo, diferente da gordura animal.

→ Usar proteína de soja é fácil, ela é encontrada de diversas formas: grão, farinha, extrato (leite de soja), proteína texturizada (carne de soja) e também em muitos outros produtos, como óleos vegetais, massas e biscoitos.

→ Seu consumo frequente previne e ajuda no tratamento de doenças, graças à presença de fito-hormônios (hormônio de origem vegetal), entre eles, as isoflavonas ou isoflavonóides.

→ Por não colaborar com o aumento do colesterol ruim (LDL) e por seu efeito antioxidante, previne doenças cardiovasculares.

→ Reduz o risco de câncer se usado com frequência, entre eles, o de mama, cólon, pulmão, estômago, próstata e reto.

→ Previne a osteoporose devido ao cálcio que existe nos seus derivados (tofu e leite de soja enriquecido, entre outros), além disso, a soja ajuda a conservar o cálcio do organismo.

→ Controla diabetes, reduzindo a absorção de glicose para a circulação sanguínea.

→ Alivia sintomas da menopausa devido as suas propriedades semelhantes ao estrógeno humano, podendo substituir o uso de hormônios sintéticos.

Por mais que a soja seja um alimento imprescindível para a saúde, por outro lado, atualmente, grande parte de sua produção é feita com sementes transgênicas, o que pode causar problemas em longo prazo para o organismo, além de ser uma técnica de produção maléfica aos produtores rurais.

Dessa forma, quando proceder a compra do alimento procure-o em feiras orgânicas ou lojas especializadas em produtos orgânicos, assim, evitando problemas futuros para o seu corpo e para o meio ambiente. Além disso, evite consumi-los por meio de produtos industrializados.

Fonte: Textual conteúdo

Até a próxima


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Benefícios e resultados da atividade física no envelhecimento


Antes de iniciar qualquer atividade física é imprescindível uma visita ao seu médico, pois somente este poderá orientá-la quanto ao programa de atividades físicas mais adequadas ao seu caso, cada um deve deve ser orientado para atividades físicas de acordo com suas restrições e características.
Foto: OLX


Cuidar do corpo é fundamental para garantir boa forma, saúde e disposição.

Nosso corpo assim como nosso organismo passa por uma série de mudanças ao longo da vida, porém quando chegamos à terceira idade os cuidados devem ser redobrados, pois geralmente nesse período costumam surgir algumas complicações decorrentes da idade e do nosso estilo de vida inadequado como, diminuição da massa muscular, aumento de gordura no organismo, osteoporose, diminuição da habilidade motora, ligamentos e tendões mais fracos, entre outros, por isso a prática de exercícios físicos além de ser um grande alívio para algumas doenças ainda atua de forma preventiva em outras, retardando e muito o processo de envelhecimento.

Benefícios

⇢  Reduz o risco de desenvolver doenças das artérias coronárias, diabetes, hipertensão e obesidade.

⇢   Reduz o risco de desenvolver câncer de cólon.

⇢   Reduz as sensações de depressão e ansiedade.

⇢   Aumenta a força muscular e ajuda na manutenção da densidade óssea.

⇢   Melhora o equilíbrio e a postura.

Resultados

⇢  Melhora a capacidade cardiovascular e pulmonar.

⇢  Melhora a saúde e qualidade de vida.

⇢  Promove a estimulação mental e social.

⇢ Combate a osteoporose e os efeitos da perda de massa muscular e dores reumáticas.

⇢  Ajuda na prevenção de quedas.

O exercício físico

⇢  Melhora a força.

⇢  Melhora o equilíbrio.

⇢  Melhora a coordenação.

⇢  Melhora a flexibilidade.

⇢  Melhora a resistência.

⇢  Melhora a saúde mental.

⇢  Melhora o controle motor.

⇢  Melhora a função cognitiva.



Fonte: Revista PH

Até a próxima


segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Verdades e mitos sobre diabetes


Diabetes é uma doença bastante comum no mundo, especialmente na América do Norte e norte da Europa, acometendo cerca de 7,6% da população adulta entre 30 e 69 anos e 0,3% das gestantes. Alterações da tolerância à glicose são observadas em 12% dos indivíduos adultos e em 7% das grávidas. Porém estima-se que cerca de 50% dos portadores de diabetes desconhecem o diagnóstico. Segundo uma projeção internacional, com o aumento do sedentarismo, obesidade e envelhecimento da população o número de pessoas com diabetes no mundo vai aumentar em mais de 50%, passando de 380 milhões em 2025.
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Imagem: shutterstock

A diabetes é contagiosa

➨ FALSO

Embora não esteja claro o que causa diabetes e só sabemos os fatores de risco, sabemos com certeza que não é transmitido como um resfriado ou gripe.


As pessoas obesas ou com sobrepeso desenvolvem diabetes

➨ FALSO

Embora seja verdade que o excesso de peso é um fator de risco também é que ele não está sozinho: família, raça e idade são outros fatores a considerar.


Comer muitos doces causa diabetes

➨ FALSO

Você não pode dizer que é uma causa direta. Claro, uma dieta rica em alimentos de alto teor calórico nos fazem engordar e sabemos que o excesso de peso e obesidade é um importante fator de risco para o desenvolvimento de diabetes tipo 2.


Pessoas com diabetes devem comer alimentos especiais para diabéticos

➨ FALSO

Alimentação adequada para as pessoas com diabetes é regularmente igual a um plano de refeição saudável para qualquer pessoa: baixo teor de gordura, consumo moderado de sal e açúcar, grãos integrais, legumes e frutas. Alimentos para diabéticos e dietética geralmente fornece quase nenhum benefício adicional. E, geralmente, mais caros ...


Diabéticos só pode comer carboidratos em pequenas quantidades

➨ FALSO

Os carboidratos são parte de uma dieta saudável para as pessoas com diabetes, mas é verdade que, neste caso, é importante definir o quanto é uma porção. É aconselhável que, até podemos medir as porções "a olho" porções, mas o ideal é seguir à letra a escala aconselhada pelo nosso médico, porque os valores dependem de vários fatores, como idade, tipo de diabetes, peso e tratamento que continuamos a a controlar o diabetes.


A única maneira de controlar a diabetes é com a punção de rotina para glicemia capilar

➨ FALSO

Flash Glucose Monitoring System gratuito Freestyle permite o controle da glicose por digitalização. É constituída por um sensor ligado ao corpo que mede os níveis de glicose dia e noite.


Pessoas com diabetes não pode comer doces ou chocolate

➨ FALSO

Eles podem ser incluídos como parte de uma dieta saudável e exercício. Como as pessoas sem diabetes, é aconselhável comer pequenas porções, reservando-los para determinados momentos e não substituir os alimentos mais saudáveis.


As pessoas com diabetes ficam resfriados e doentes mais facilmente

➨ FALSO

Certamente esta falsa crença vem da recomendação da vacina contra a gripe que é feita às pessoas com diabetes. No entanto, isto não é feito porque elas tendem a ficar doentes com mais facilidade, mas para evitar qualquer doença que dificulta o controle do diabetes, ou possa aumentar o risco de complicações.


A diabetes gestacional pode pôr em perigo a saúde do bebê

➨ VERDADEIRO

Geralmente o bebê fica acima do peso normal, o que chamamos de macrossomia, impedindo o parto normal, e, frequentemente, há casos de malformações, principalmente cardíaca. Existem ainda indícios de que filhos de mães que tiveram diabetes durante a gestação têm mais risco de serem obesos na vida adulta e de desenvolverem diabetes.


Diabetes afeta apenas pessoas idosas

➨ FALSO

Na verdade, a diabetes Tipo 1 é um dos distúrbios endócrinos e metabólicos mais comuns da infância. O número de crianças afetadas está a aumentar rapidamente a cada ano, especialmente entre as crianças. Por outro lado, para a diabetes tipo 2, ter mais de 40 anos, é um dos fatores de risco, juntamente com outros, tais como a obesidade.


A pessoa pode ter diabetes e não saber 

➨ VERDADEIRO

Cerca de 180 milhões de pessoas no mundo têm diabetes e não sabem mesmo. Muitos desconhecem os sintomas e por vezes é diagnosticada tardiamente. No entanto, o diagnóstico precoce é muito importante para um bom controle e tratamento da doença.


Diabetes não tem sintomas

➨ FALSO

Custa reconhecer porque muitos dos sintomas parecem inofensivos: Ser muita sede, querer urinar com muita frequência, fadiga extrema, visão turva, perda de peso, irritabilidade, dor de estômago, náuseas e/ou vômitos ... Se detectar um ou mais destes sinais, em caso de dúvida, é melhor consultar o seu médico.


Fonte: MSN/Saúde

Até a próxima


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

O significado de alguns sinais dados pelo corpo


Pés congelados sem motivo? Arrepios constantes ou cabelos brancos prematuramente? São alguns dos sinais que o corpo humano emite para alertar de que há qualquer problema de saúde.
© Leggo.it

É importante não subestimar os pequenos detalhes que parecem aparentemente trivial.

1. Manchas na pele

É necessário controlar a exposição exagerada ao sol, que resultam em manchas na pele mais escura.

2. Os cabelos brancos antes dos 40 anos

Recomenda-se a controlar a diabetes.

3. Sobrancelhas curtas

Perder o cabelo a partir da borda externa das sobrancelhas é um sinal de hipotireoidismo. Bem como o seu cabelo muito fino.

4. Pés frios

Pode haver um problema de circulação ou uma anomalia, como a síndrome de Raynaud.

5.Manchas vermelhas nas palmas das mãos

Pode ser um sintoma de uma doença hepática.

6. Lábios rachados

É um sinal de falta de vitaminas B e zinco. Ou até mesmo uma infecção fúngica.

7. Pescoço inchado durante a noite

Pode prenunciar hipertireoidismo.

8. Arrepios

Quando você tem arrepios permanentes é um sintoma de queratina excessiva no corpo.

Fonte: leggo.it 

Até a próxima


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Benefícios do consumo de maçã



Há quem diga que para manter um médico afastado e ter boa saúde, basta criar o hábito de consumir uma maçã por dia. Isso porque a fruta é rica em fibras, além das vitaminas B, C e E. Tais características transformam a maçã em uma aliada forte na prevenção de doenças. 

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Imagem Pixabay

Para conhecer mais benefícios do consumo de maçã para o organismo, é só checar a lista que criamos para você saber quais são as maiores vantagens de ingerir maçã regularmente.

Prevenção diabetes e colesterol


A maçã é rica em uma fibra conhecida como pectina, que ajuda a controlar os níveis de glicemia no organismo. O consumo diário de duas maçãs pequenas já garante a quantia mínima necessária de pectina em nosso corpo. Além disso, tal fibra ajuda na redução do mau colesterol, formando uma fibra na parede do intestino que impede a absorção tanto do colesterol como também de outras gorduras.

Prevenção de AVC

Frutas como a maçã têm a capacidade de reduzir o risco de ocorrência de Acidente Vascular Cerebral (AVC). Essa potencialidade da fruta foi comprovada em um estudo realizado pela Universidade de Wageningen, na Holanda. O estudo avaliou que as pessoas que mais se alimentavam com a fruta apresentavam 52% menos chance de ter um AVC.

Ação no sistema circulatório

A maçã também é rica em antioxidantes que permitem melhorar a capacidade respiratória, além de proteger os pulmões. Em geral, pessoas que comem cinco maçãs ou mais a cada semana apresentam menos problemas respiratórios, como a asma, por exemplo. A maçã apresenta ainda uma propriedade adstringente, que auxilia no funcionamento das gargantas e cordas vocais.

Ação estomacal

Agentes cicatrizantes presentes na maçã ajudam também pessoas que sofrem de problemas como úlceras, gastrite e azia, além de ajudar no funcionamento do intestino. A maçã ainda age de forma benéfica na mucosa do sistema digestivo. Além disso, o consumo de maçã também pode ajudar quem tem problemas como má cicatrização, equimoses e sangramento das gengivas.

Prevenção de cárie dentária

As cáries dentárias são infecções causadas por bactérias, mas o sumo das maçãs apresenta propriedades que podem matar até 80% desses germes. Por isso, é comum que dentistas recomendem o consumo de maçã nos primeiros anos de idade das crianças, principalmente aquelas que comem muito doces, já que a fruta contribui para a proteção da superfície dos dentes e também das gengivas.

Reforço para o cérebro

A maçã é rica em vitaminas do complexo B, o que auxilia na prevenção de todo o sistema nervoso. A maçã também possui muitos nutrientes, como vitamina C e ácido fosfórico. É por conta dessas propriedades que a maçã ajuda a evitar doenças neurodegenerativas, como Mal de Parkinson e Alzheimer.

Pronto, agora é só aproveitar os benefícios do consumo de maçã incluindo o alimento em suas refeições.


Fonte: Textual conteúdo


Até a próxima


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Fatores e sintomas de um Acidente Vascular Cerebral



O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é também popularmente conhecido como derrame cerebral. Trata-se de uma doença neurológica que mais frequentemente acomete o sistema nervoso, afetando capacidades físicas e mentais. Como é um problema grave, você deve conhecer os sintomas do derrame cerebral.
Imagem Facebook
O AVC pode ocorrer por consequência de dois problemas no funcionamento do cérebro: quando o suprimento de sangue para uma parte do cérebro é interrompido subitamente, causando o AVC isquêmico; e quando um vaso sanguíneo no cérebro se rompe, dando origem a um hematoma ou coágulo que provoca sofrimento no tecido cerebral, o que caracteriza o AVC hemorrágico.

O mais decorrente é o AVC isquêmico, que representa certa de 85% dos casos de derrames. Entretanto, o AVC hemorrágico, embora menos comum, apresente reações mais letais, apresentando maior número de mortes decorrentes dele.

Entre os fatores que colocam uma pessoa em risco de sofrer um derrame cerebral, os principais são idade (acima de 60 anos), fator genético, hipertensão arterial, diabetes, tabagismo e sedentarismo.

Todos os sintomas do AVC aparecem de forma súbita, sem antes o indivíduo ter passado mal ou apresentado alguma mudança de comportamento, pois são decorrentes do momento em que acontece no corpo.


Principais sintomas do derrame cerebral

Perda súbita da força muscular;
Formigamento de um lado do corpo;
Dificuldade súbita para falar ou compreender;
Dor de cabeça muito forte;
Perda da visão de forma (na maioria das vezes um olho apenas);
Perda do equilíbrio ou tontura.

O que fazer?

Nas primeiras evidências que levantam a suspeita de um derrame cerebral, é preciso procurar o atendimento médico imediatamente, principalmente a ajuda de um especialista, que vai listar o estado e a perspectiva do paciente a partir da avaliação de exames.

Após o atendimento inicial, inicia-se o tratamento pós-derrame, quando o médico poderá indicar fisioterapia para recuperação de movimentos do corpo e exames de rotina para avaliar melhoras. A avaliação e o acompanhamento neurológico feitos regularmente são fundamentais para a prevenção e proteção do paciente, para evitar que um outro AVC aconteça. Além disso, dependerá do paciente se prevenir ao controlar hipertensão, diabetes e suspender o tabagismo. É preciso manter uma vida saudável, com exercícios físicos regulares e alimentação regulada.

Por fim, será preciso também adicionar medicamentos à rotina do paciente, que deve seguir as regras e tomá-los corretamente. O uso de anticoagulantes começará a fazer parte da rotina depois de um derrame. Eles contribuem para a diminuição da incidência de acidentes vasculares cerebrais, e devem ser recomendados pelo médico especialista.

Fonte: Textual conteúdo

Até a próxima


quinta-feira, 30 de julho de 2015

Stress e diabetes podem comprometer fertilidade



Durante o estudo sobre a influência do stress foram analisados 501 mulheres, com idades entre os 18 e os 40 anos, sem problemas de fertilidade identificados e que estavam tentando engravidar.
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Foto:123RF

De acordo com uma investigação  apresentada no encontro Europeu Anual da sociedade de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE), mulheres que registram um alto nível de alfa-amilase (indicador biológico do stress) têm, em cada mês 29% menos hipóteses de engravidar. Além disso, estas mulheres têm ainda o dobro de hipóteses de serem medicamente classificadas como inférteis, isto é, apesar de terem relações desprotegidas e regulares não engravidam no espaço de 12 meses.

Diabetes pode contribuir para infertilidade marculina


Estudo desenvolvido por investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Nuclear (CNC) de Coimbra, Portugal, revela que diabetes pode contribuir para a infertilidade.

Em nota divulgada pela Universidade de Coimbra afirmam que "Os níveis elevados de açúcar (no sangue) não têm efeito direto nos espermatozoides, mas poderão comprometer a produção de esperma, contribuindo assim para a infertilidade masculina, evidencia um estudo desenvolvido por uma equipe de investigadores do CNC". 

"O elevado nível de açúcar no sangue (a hiperglicemia) "desempenha um papel importante, mas não decisivo, na disfunção do espermatozoide maduro". "Este trabalho constitui um passo importante no esclarecimento dos mecanismos de ação da diabetes no sistema reprodutor masculino, permitindo delinear novas abordagens para estudos futuros", sustenta Sandra Amaral, especialista que lidera o estudo. 

A pesquisa foi realizada num sistema "in-vitro", possibilitando controlar e identificar todas as condições às quais os espermatozoides são expostos, menciona a UC, salientando que este estudo é inovador, por "avaliar vários parâmetros de funcionalidade espermática, que não são usualmente avaliados", mas que "fornecem informação muito mais detalhada sobre esta célula tão particular".


Até a próxima


terça-feira, 30 de junho de 2015

Bebidas açucaradas originam 184 mil mortes por ano


Segundo estudo publicado na revista norte-americana Circulation, os refrigerantes e outras bebidas açucaradas podem estar na origem de cerca 184 mil mortes anualmente em todo o mundo. 
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Foto: superbom
O principal autor do estudo e decano da Faculdade de Ciências da Nutrição da Universidade de Tufts, em Boston (Massachusetts), Dariush Mozaffarian, defendeu que: "Muitos países no mundo apresentam um elevado número de mortes causadas por um único fator dietético - os refrigerantes e outras bebidas açucaradas - pelo que reduzir significativamente o seu consumo ou eliminá-las da dieta deve ser uma prioridade à escola planetária".


Estima-se, segundo o estudo que 133 mil pessoas tenham morrido em todo o mundo devido a diabetes, 6.450 a cânceres associados ao consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas e 45 mil a patologias cardiovasculares.

As estimativas de consumo foram efetuadas com base em 62 questionários alimentares preenchidos por 611.971 pessoas entre 1980 e 2010, em 51 países. 

As taxas sobre a mortalidade varia significativamente entre as diferentes populações. Oscilam entre uma taxa inferior a 1% entre os japoneses com mais de 65 anos, até 45% entre os mexicanos com menos de 45%, este é o impacto verificado no estudo.

O consumo das sodas e outras bebidas açucaradas, entre as 20 nações mais populosas, teve durante o estudo o México com a taxa mais elevada. O segundo lugar ficou para os Estados Unidos. 

No total, a proporção de jovens e adultos que sofrem de doenças crônicas como a diabetes, atribuídas ao consumo destas bebidas, mostrou ser maior do que em adultos mais velhos.

Aproximadamente 76% das mortes ligadas ao consumo de refrigerantes e outras bebidas açucaradas verifica-se em países de médios e baixos rendimentos.



Até a próxima


terça-feira, 28 de abril de 2015

Crômio, nutriente que ajuda prevenir a diabetes


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Foto: ThinkStock

Os suplementos com crômio orgânico pode melhorar os marcadores de sensibilidade à insulina, ajudando a prevenir a diabetes, demonstram estudos recentes.

São cada vez mais pessoas que têm diabetes tipo 2, que se caracteriza pela redução da sensibilidade à insulina. Os especialistas associam baixos níveis de crômio ao desenvolvimento de resistência à insulina.

O que é o crômio?

É um nutriente fundamental na estabilização dos níveis de açúcar no sangue. As fontes alimentares de Cr (III) incluem levedura de cerveja, algumas cervejas e vinhos, ostras, fígado e batata como as melhores fontes, seguindo-se produtos com cereais não refinados (produtos integrais), gérmen de trigo, gema de ovo, queijo, café, cenoura, espinafres, brócolos, nozes, feijão verde, carne e marisco. Lacticínios e a maior parte dos frutos e legumes possuemteores muito variáveis e baixos de crômio. Esta é geralmente a característica de todas estas fontes: quantidades pequenas e muito variáveis do referido elemento. A quantidade de crômio nos alimentos varia também com a quantidade presente nos solos.

Melhora o controle da glicose

Um estudo feito na República Checa, publicado em 2014, investigou o efeito da levedura de crômio (ChromoPrecise) em três marcadores da diabetes - glicemia de jejum, hemoglobina glicosada (HbA) e lipídios séricos, em doentes com diabetes tipo 2.
Verificou-se que a administração fiária de 100 microgramas durante oito semanas reduziu significativamente a glicemia de jejum e a HbA1c, sinais de melhor controle da glicose e maior sensibilidade à insulina. Pelo contrário, esses indicadores voltaram aos valores iniciais após oito semanas sem tomar crômio.

Quando o nível de açúcar no sangue desce repentinamente, a pessoa tem tendência para sentir tonturas, cansaço, irritável e tem um grande desejo por doces. A investigação mostra que a suplementação com levedura de crômio orgânico contribui para manter os níveis de açúcar no sangue estabilziados, porque o crômio mantém a insulina, ao favorecer a passagem do açúcar, da corrente sanguínea para as células cerebrais e musculares para ser transformado em energia.

Ajuda à insulina

A glicose é uma fonte de energia importante para as células e o crômio e a insulina são fundamentais para a transportar para o interior daquelas. Juntamente com vários aminoácidos, o crômio forma uma molécula chamada cromodulina que "abre" as células, ajudando-as a responderem rapidamente à ação da insulina, o que aumenta a utilização da glicose.

Referências: Revista PH, SAPO Lifestyle 

Até a próxima


terça-feira, 3 de março de 2015

Açúcar, perigo a evitar



O açúcar é o alimento que nos leva a experimentar o manjar dos deuses, adoça a vida, como o seu sorvete preferido que tomou e repetiu várias vezes no verão. Um pouco, moderadamente não representa nada de mal, mas os exageros podem desencadear doenças como a obesidade e a diabetes. Como tudo na vida o segredo está na moderação.

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Qual a dose diária recomendada?

O Organização Mundial de Saúde estipulou até aos dias de hoje que o recomendável é que os açúcares simples forneçam um máximo de 10% das calorias totais diárias (e caso não fique claro, repetimos: é um máximo, não um consumo desejado). De toda forma, em futuro próximo há a intenção de reduzir este número para 5% das calorias totais diárias, o que significa que na sua dieta de 2.000 kcal, o consumo máximo por dia seria de 25 g diários.

O aumento no consumo

Pode aplicar-se a muitas coisas, mas desta vez estamos a referir-nos ao açúcar. O aumento de consumo deste nutriente tem sido assustador, passando dos 5 kg anuais por habitante no século XIX para aproximadamente 50 kg na atualidade. E agora diz-nos: pronto, vou evitar o açúcar no café. O problema é que o açúcar está em muitos outros alimentos.

Onde está o açúcar escondido?

A verdade é que os açúcares escondem-se em inúmeras substâncias onde muitas vezes nem faz ideia. Se lhe perguntarmos, certamente que nos dirá nomes como doces, bolos, sorvetes, balas ou até as bebidas açucaradas, mas não se ficam apenas por aí. A indústria acrescenta açúcar em uma infinidade de alimentos que nem lhe passariam pela cabeça. Pode encontrá-lo no ketchup, soja, iogurtes
e muitos outros produtos que parecem inocentes.

Como reduzir o consumo?

Os dois conselhos básicos para reduzir radicalmente o consumo de açúcar são, em primeiro lugar, diminuir o consumo de alimentos açucarados e do açúcar comum, e, em segundo lugar, evitar ao máximo os produtos processados e optar por alimentos menos complexos, como frutas, verduras, carnes, peixe e arroz, para confeccionar esses mesmos produtos em casa.

                          Até a próxima