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sábado, 15 de julho de 2017

Exercício físico faz bem ao cérebro


Há várias décadas se acumulam evidências indicando os benefícios da atividade física, tanto aeróbica como de força (ou resistência), na função cognitiva, tempo de reação e memória, entre outras propriedades.
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Foto: Pinterest

Um estudo publicado no British Journal of Sports Medicine concluiu que a combinação de exercícios aeróbicos com exercícios de resistência contribui para estimular o cérebro de pessoas com mais de 50 anos. Segundo os investigadores, o exercício físico nas pessoas mais velhas constitui um meio promissor de retardar ou afastar o declínio de saúde mental e das capacidades cognitivas. Os exercícios aeróbicos refletem-se nas capacidades cognitivas, enquanto os de resistência têm efeitos na memória.

À medida que envelhecemos, a produção das substâncias necessárias para o crescimento de neurônios (como a BDNF) diminui. Isso causa uma redução na produção de neurônios e menor ligação entre eles. É aqui que o exercício pode ajudar. 

Quais são os melhores esportes para o cérebro?

A maior parte dos estudos concluíram que os exercícios aeróbicos, que usam o oxigênio para produzir energia (como correr, caminhar, andar de bicicleta ou nadar), são os melhores para o cérebro porque ajudam o coração a bombear mais sangue. Com isto, haverá melhor oxigenação dos cerca de 100 mil milhões de neurônios que temos.

O exercício fornece um estímulo sem paralelo: cria um ambiente no qual o cérebro está pronto, disponível e apto a aprender.

Fonte: CNN, Revista PH
Até a próxima


terça-feira, 24 de maio de 2016

Atividade física e envelhecimento


O envelhecimento não é um estado, é um processo natural e irreversivelmente progressivo pelo qual todos os seres humanos passam.
www.emagrecerumdesafio.com
Foto: Shutterstock

Neste âmbito, surge um conceito muito interessante: o envelhecimento ativo.

A noção de envelhecimento ativo abrange todos os domínios: o físico, o mental e o social. E inclui as tarefas congnitivas, os encontros sociais e as atividades físicas que se decide fazer, de forma a promover o aumento da autonomia, do bem-estar e da qualidade de vida.

Os benefícios e impacto positivo da prática regular de exercício físico são de tal forma abrangentes na vida das pessoas mais idosas, que se tornaram numa marca constante do discurso médico a cada consulta. Se pensarmos que é um meio para melhorar a força, o equilíbrio, a coordenação, a flexibilização, a resistência, a saúde mental, o controle motor e a função cognitiva, facilmente percebemos a razão.

Reforce a musculatura

Sabia que as quedas são a maior causa de incapacidade? O reforço muscular e o desenvolvimento do equilíbrio são capacidades essenciais, que um plano de exercício orientado ajuda a desenvolver e que podem contribuir, de forma muito efetiva, para minimizar o risco de quedas.

Combata a solidão

Quando as pessoas optam por se aposentar é natural que surja uma tendência para algum sedentarismo e isolamento. A prática de uma atividade física poderá ser um importante aliado na adaptação a novas rotinas. E é igualmente relevante ao nível da motivação e sentimento de conquista.

Experimente

Comece com 30 minutos de marcha ou outro tipo de atividade aeróbica (contínua ou acumulada durante o dia).

Pelo menos duas vezes por semana, inclua exercícios de promoção de força muscular. Em academia, opte por exercícios em equipamentos de musculação com carga adequada; em casa ou no exterior, use o peso corporal.

Qualquer exercício a que se proponha deve ser divertido. Por que não reunir um grupo de amigos ou familiares, em dois ou três horários durante a semana? Também pode optar por aulas de grupo na academia.

Deve sempre iniciar a sua atividade física com um bom aquecimento e terminar com um plano de alongamentos. Ambos são imprescindíveis para o aumento da sua mobilidade e autonomia.

Fonte: Saúda

Até a próxima