segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Cuidados para quem tem labirintite



A labirintite é uma doença pouco frequente, que caracteriza quadros de vertigem e tontura, causada pela inflamação ou infecção no labirinto. Existem alguns cuidados para quem tem labirintite, mas antes é preciso saber o que causa a doença.
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Imagem: Pixabay

O labirinto é uma estrutura no ouvido interno, onde ficam a cóclea e o vestíbulo, responsáveis pela audição e pelo equilíbrio. As alterações no vestíbulo, que causam a tontura, são muito comuns e pode atingir mais de 30% das pessoas durante toda a vida, conforme revelou uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo de 2013. Esse problema pode ser desencadeado por estresse e má alimentação.

Atenção e cuidados para quem tem labirintite


Para conseguir manter o equilibro corporal é preciso que os dois labirintos, o esquerdo e o direito estejam em sintonia, respondendo simultaneamente. Além disso, depende ainda do sistema que envolve a coluna, nos mantendo ereto, o sistema musculoesquelético e do sistema visual, que atual modulando e transmitindo os impulsos nervosos que são responsáveis pelo equilíbrio, repassados pelo sistema nervoso central. Sintomas como vertigens fortes, instabilidade, tontura e até mesmo náuseas e vômitos podem ser desencadeados por qualquer doença que interfira neste sistema. Isso acaba sendo denominado genericamente como labirintite, por afetar o labirinto. A labirintite também está relacionada à sensação de ouvido cheio, zumbido e diminuição auditiva, por envolver o sistema do ouvido.

O que pode causar a labirintite

Várias causas podem resultar na labirintite, porque tanto o abuso de drogas e medicações quanto alterações tumorais, endócrinas, neurológicas, degenerativas, vasculares metabólicas, traumáticas, infecciosas e inflamatórias podem afetar o labirinto. A infecção e inflamação diretamente do labirinto é causada por situações como reação a medicamento, alergia, lesão na cabeça, bactérias ou vírus.

Cuidados para quem tem labirintite

Entre os cuidados para quem tem o problema, está a vigilância constante com a alimentação, já que os alimentos também podem interferir na ocorrência das crises. Entre os inimigos do ouvido interno estão: a cafeína, o sal e o açúcar. Neste último caso, o consumo em excesso pode interferir na estrutura do labirinto, o induzindo a mandar mensagens erradas ao cérebro. Já o sal acaba perturbando o labirinto pelo fato de aumentar a pressão nos vasos. Por outro lado, a cafeína estimula demais o labirinto, que também causam perturbações.

Especialistas alertam para o fato de que hábitos alimentares inadequados, com a ingestão de açúcar e gordura demais, afetam o correto funcionamento do labirinto. Além do que se come, é preciso tomar cuidado também com a forma, se alimentar sem pressa, diminuindo o estresse e ajudando na digestão. Se alimentar a cada três horas é fundamental, porque o labirinto precisa de uma alimentação constante de oxigênio e glicose para exercer suas funções. Ficar em jejum ou sem se alimentar por horas pode não ajudar quem está sofrendo de labirintite.

Fonte: Textual conteúdo

Até a próxima

sábado, 9 de dezembro de 2017

Apenas 15 minutos de solidão por dia pode diminuir o stress


Segundo um estudo americano publicado no periódico "Personality and Social Psychology", o isolamento momentâneo pode deixar as pessoas mais calmas, diminuindo os níveis de stress e ansiedade, seja em contemplação silenciosa ou dedicando-se à leitura de um livro.
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Imagem: Pixabay
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores fizeram três experimentos.

No primeiro, 114 pessoas tiveram que ficar completamente sozinhas por 15 minutos. Nesse período, as atividades emocionais dos participantes foram bem menores do que comparado a 15 minutos de conversa. Essas pessoas também mostraram menos tendência a emoções negativas, como irritabilidade, angústia e nervosismo.

Num segundo teste, 108 voluntários ficaram mais calmos e relaxados após passarem 15 minutos imersos nos próprios pensamentos ou em alguma leitura. Por outro lado, depois de 15 minutos nesse estado, a tendência começou a diminuir, deixando as pessoas solitárias – daí a importância dos pensamentos positivos.

Na última experiência, os cientistas recrutaram 173 pessoas que passaram 15 minutos sozinhas por dia durante uma semana. Para fins de comparação, na semana anterior eles não passaram o mesmo período de tempo sozinhos. Em ambos os casos, eles registaram num diário o que fizeram e como se sentiram.

Dois terços dos participantes escolheram ficar apenas em silêncio, planejando o que fazer no fim de semana, por exemplo. Já um em cada sete decidiram não fazer nada, apenas focar na respiração e nos objetos ao redor.

A partir daqui, os pesquisadores deduziram que, 15 minutos com nós próprios por dia podem, de fato, propiciar o encontro da serenidade perdida na vida cotidiana oprimida e fechada pelo stress. O direito de estar sozinho é cuidado de cura para a vida sufocada pelos estados de ansiedade que enfrentamos todos os dias.

“Embora alguns normalmente não desejem diminuir um efeito de euforia, há momentos em que a excitação excessiva nos sobrecarrega, de modo que a redução dessa sensação pode ser adequada e agradável”, disseram os pesquisadores.

Fontes: MSN/Move

Até a próxima